sábado, 27 de agosto de 2016

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Façam uma visita na nossa página do faceebook,tem muitas novidades interessantes que pode ajudar!!!
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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

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Objetivos do Blog Educacional

O uso do Blog Educacional como ferramenta de aprendizagem dando suporte para educação, promovendo a interação com o mundo do conhecimento, incentivando a troca de idéias, a partir desse instrumento surge uma oportunidade para os professores promoverem a alfabetização, desenvolvendo a escrita e leitura dos alunos, entre outros aspectos culturais e informativos, pois vem trazendo em sua proposta pedagógica, diferentes estratégias que desperta de fato um interesse nos alunos pelo o novo, o dinâmico. Portanto cabe a nós educadores está sempre atualizados, capacitados, utilizando o blog adequadamente, explorando o potencial dos alunos, participando junto com eles, para que haja uma recíproca entre professor-aluno, mundo da aprendizagem, estimulando estes para construção de textos, troca de experiências, pois esse novo recurso tecnológico é para da enfase as aulas postas em sala de aula, para que os alunos assimilem melhor os conteúdos possam fazer suas postagens relativos aos referentes assuntos repassados em sala de aula, o blog é uma reconstrução de idéias, que pode se dar de várias formas, quem estiver interessado, em conhecer resultados de experiências realizadas por outros com o uso blog educacional, demonstração de novos recursos ou apresentação de projetos já realizados com este recurso tecnológico.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

MOTIVAÇÃO É A CHAVE DO MISTÉRIO


Motivação foi uma palavra muito usada nos anos 80 em livros de auto-ajuda e palestras promovidas por empresas que procuravam aumentar o lucro e incentivar seus funcionários.
                Hoje em dia, as escolas foram buscar essa palavra perdida em outra seção da livraria para tentar achar o seu significado dentro da sala de aula.
                O professor deve acrescentar tarefas que sejam prazeirosas ao mesmo tempo que educativas. Usar material concreto como barras de madeira para ensinar matemática, balões de aniversário para ensinar cores, colagem com lã, palitos de picolé, arroz e algodão para aperfeiçoar a coordenação motora fina são alternativas que funcionam.
                Mas como manter o nível de interesse de crianças que não conseguem se concentrar facilmente? Como manter a criança com algum tipo de dificuldade motivada se, muitas vezes, elas demoram mais tempo para executar as tarefas?
                Manter a motivação sempre em alta é condição sine qua non para a aprendizagem. Para isso é importante que o educador elogie o esforço da criança e qualquer tentativa de realização das tarefas.
                Descobrir um brinquedo, uma atividade ou até um lanche que a criança goste pode fazer com que ela se interesse e se esforce. Esse é um dos princípios da Applied Behavioral Analysis (ABA), conhecida no Brasil como Análise Aplicada de Comportamento, teoria baseada em Skinner e nos seus princípios behaviouristas.
De acordo com Coll (2004) et all:

O enfoque behaviourista contribuiu para fazer com que se reconhecesse a possibilidade de gerar aprendizagens em sujeitos que se consideravam pouco ou praticamente incapacitados para aprender; para deslocar o interesse tradicional em aprendizagens tipicamente escolares, pouco significativas e nada funcionais nas pessoas com deficiências graves (...)
(COLL, 2004, p.206)

                Para isso, o educador tem que ter bem definido qual o reforço positivo (ou recompensa) mais desejado pela criança e qual comportamento quer modificar. Por exemplo, vamos considerar uma sala de primeiro ano do Ensino Fundamental onde duas crianças estão com dificuldades em ler vocábulos com o dígrafo “lh”.  O professor prepara jogos com as palavras e atividades extras para que os alunos aprendam. Essa idéia é perfeitamente aceitável. Mas se o educador apresenta para as crianças um planejamento mais flexível, tipo: “Nós vamos fazer três atividades: atividade 1, atividade 2 e depois vamos jogar uma partida daquele dominó que vocês tanto gostam !”, as crianças vão se esforçar um pouco mais para fazer as atividades.
                Para determinar o que motiva o seu aluno, o professor pode perguntar à criança, observá-la durante o recreio ou os amigos da mesma faixa etária. Não deve se esquecer, portanto, de que as preferências de qualquer criança mudam bastante e devem ser reavaliadas mensalmente.
Com a auto estima sempre flutuante, crianças que apresentam algum tipo de dificuldade precisam de um empurrão para se manterem focadas na aprendizagem. Aliás, a auto estima é regulada pela imagem que as outras pessoas fazem dessa criança e da percepção que a criança tem da própria eficiência. A escola tem grande responsabilidade na construção da auto imagem desse aluno. Mas cabe à família manter e reforçar uma imagem positiva, para que a transição entre escola e lar seja feita de forma amena e satisfatória.
                Existem duas maneiras de se trabalhar a motivação:  “capturando”, que significa aproveitar a distração da criança e usar o objeto dispersante para motivá-la; e “criar” motivação, ou seja, contruir um ambiente que possa despertar os interesses da criança. Mas como se pode fazer isso? Veja as dicas abaixo:


  1.   Arrume alguns objetos preferidos de forma que estejam visíveis mas fora do alcance da criança. Por exemplo, coloque o objeto numa prateleira bem alta, ou dentro de um pote transparente (de plástico, de preferência) bem fechado.
  2.  Peça ao aluno que realize uma atividade como pintar, e dê a ele tintas, papel mas não entregue o pincel.
  3.  Envolva o aluno numa atividade física que ele goste, comece a brincadeira e depois pare no meio da ação. Espere para ver se a criança vai pedir para que a brincadeira continue.
  4. Cante quando você manipula um objeto ou brinque com um brinquedo de maneira “exagerada” para que chame a atenção do aluno.
  5.  Introduza brinquedos/jogos novos e atividades diferentes para que o aluno amplie suas opções de interesse.
  6.  Use um horário visual com a atividade que o aluno vai realizar primeiro e a que vai ser feita depois. Inclua a atividade preferida do aluno no final para que ele entenda que duas atividades deverão ser realizadas para ele ter acesso a “recompensa” depois. A visualização da recompensa depois da obrigação reduz a ansiedade e promove o planejamento das atividades. Essa estratégia pode resolver muitos problemas de comportamento dentro de sala.

Vale enfatizar que o educador tem que ter a certeza de que a tarefa pedida está dentro da capacidade do aluno. É essencial explicar que a recompensa só virá quando o trabalho for realizado. A consistência do horário traz segurança e previsibilidade.
                Com um olhar atento e troca de experiências com a família de seu aluno, você será capaz de fazer uma lista com atividades ou brinquedos de que seu aprendente gosta e, com ela, poderá manter a motivação sempre em alta. Com uma voz firme, porém tranqüila, o educador deve também elogiar as tentativas e manter sempre um semblante calmo e nunca intimidador. Crianças são rápidas em descobrir quando um adulto não está sendo sincero em suas palavras!
                Todo professor se sente realizado quando os alunos aprendem. A meta do educador deste século é usar a criatividade para que a criança aprenda feliz e sem bloqueios.

DICAS DE COMO AJUDAR SEU ALUNO AUTISTA NA ESCOLA


  • Para um sucesso maior, as tarefas complicadas devem ser quebradas em pequenas partes.

  • Não apresente ao aluno atividades longas. Por exemplo, se o exercício precisa que o aluno escreva 10 sentenças, comece com duas. Simplifique atividades desafiadoras e abstratas. Transforme questões subjetivas em questões de múltipla escolha.

  • Use material visual para fazer com que a atividades pareçam mais concretas.

  • Use cartões para resumir os passos para a realização de tarefas ou as atividades da agenda diária.

  • Ofereça intervalos para exercícios físicos e limite o tempo necessário para a atividade. Isso ajuda as crianças que têm dificuldade para reter a atenção.

  • Horários visuais ajudam na noção do tempo e no controle da ansiedade e na administração da tolerância.

  • Use a regra 80/20. Toda vez que começar um dia de atividades, comece com atividades mais fáceis (80%) e que não causarão problemas disruptivos e de desestruturação de ambiente. A criança fica mais confortável em sala e mais confiante. Os 20% de tarefas mais difíceis devem ser usados ou no final da sessão ou intercalada com as tarefas mais fáceis. Isso vai depender, logicamente, de cada criança.

  • Com essa estrutura, é criada confiança e motivação para o trabalho. Se a criança começar o dia de trabalho com atividades além de seu potencial, pode desenvolver um senso de que não é capaz. Use comandos simples, com poucas palavras e seja direto.

  • Apresente escolhas. Sempre. Toda criança se sente mais à vontade com seu horário de tarefas quando pode escolher ou a ordem das tarefas ou que tipo de atividade quer realizar.

  •  Na hora do recreio, devem ser reforçadas as regras de convivência, comorespeito aos amigos e tolerância, não se permitindo bullying.

  • Usar um rodízio de amigos para o recreio pode ser uma estrategia eficiente. A responsabilidade é dividida com todos e os amigos podem ser orientados a ajudar diretamente com as regras sociais.

  • Deixe permitido para o aluno uma área na escola em que ele possa ficar sozinho e fazer o que gosta. Existem pessoas que defendem a liberdade da criança, onde ela possa ficar relaxada, fazendo os movimentos repetitivos que gosta, como se estivesse extravasando. Eu pessoalmente não gosto. Se estamos trabalhando para que a criança seja incluída e que tenha mais amizades e um relacionamento melhor com seus colegas, os movimentos repetitivos não são adequados porque não socializam e podem, muitas vezes, assustar os colegas. Todas as cartas devem ser usadas para que a criança seja redirecionada e não faça os movimentos.
  • Uma ideia interessante é criar, dentro da própria escola, clubes de jogos, de computação, de música para que as crianças possam escolher o que fazer durante o recreio. Os clubes seriam supervisionados por um adulto e as crianças poderiam fazer o que gosta, falar do que gosta etc.

  • Estrategias de redirecionamento e o que a criança não pode fazer e o que ela pode fazer devem ser distribuídas para todos os profissionais que lidam com ela.

  • Refeitórios e áreas de lanche podem ser extremamente estressantes para crianças com TEA (Transtorno do Espectro Autista). Muito barulho não só de coisas sendo arrumadas, mas vozes de crianças, arrastar de cadeiras, etc. Tente se imaginar no lugar de uma criança que é sensível demais e pode ouvir sons mais altos que você. Seja flexível em relação a tempos e dificuldades. Visite com a criança o lugar antes, vazio, para que ela visualize onde fica a comida, onde pode sentar, e o que vai acontecer. Isso diminue a ansiedade e minimiza problemas de comportamento.

  • Dar a criança um brinquedo para aliviar a tensão em alguns momentos é ótimo. Em qualquer situação que você possa desestressar a criança, leve alguma coisa que ela goste de segurar ou uma esponja ou bola para apertar, um brinquedo com luz e/ ou água para que ela fique olhando. Isso pode minimizar possíveis problemas.

  • Lembre-se de que as crianças com TEA não vão necessariamente aprender com as outras crianças.Mas elas surpreendem sempre!!!

TREINANDO SUA CRIANÇA AUTISTA A USAR O BANHEIRO


  •  Treinar uma criança a ir a o banheiro é um trabalho desgastante para toda a família e comunidade. Requer paciência e perserverança. Algumas famílias acham fácil e mais simples deixar a criança em fraldas para evitar os problemas que possam surgir durante o treinamento.
  •  Vale ressaltar que uma criança já treinada, tem um grande impacto na convivência social da família e na independência  e aceitação social da criança.
  • É válido usar algumas técnicas para controlar o estresse para diminuir os aspectos negativos de sobrecarga de energia e tempo.
  • Muitas vezes é mais fácil que a criança seja treinada na escola que em casa, ou vice e versa. É importante que escola e lar trabalhem juntos num mesmo objetivo para o sucesso do treinamento. Comunicação é a chave do negócio. Para isso, não fique triste com a escola ou qualquer membro da equipe se as coisas não tiverem funcionando efetivamente em um dos lugares.
  •  Persevere e acredite que o sucesso virá. Evite ficar muito preocupado ou excessivamente estressado com a situação.
  • Para saber se sua criança está pronta para ser treinada, observe as seguintes perguntas: a pessoa atua diferente ou parece notar quando está com fraldas ou partes de baixo molhada ou suja? Existe algum interesse ou diferença de comportamento em relação a banheiro, privada, ao trocar de roupas ou qualquer outra momento relacionado a isso? A pessoa apresenta alguam mudança de comportamento quando outra está envolvida em atividades ou objetos relacionados à higiene ? Se você respondeu sim a todas essas perguntas, a pessoa deve está tendo percepção e talvez pronta para iniciar o treinamento.
  • Observe as horas certas para a criança ir ao banheiro e as inclua num horário visual.
  • Coloque brinquedos preferidos da criança ou livros no banheiro para facilitar a adaptação desta.
  •  Algumas crianças podem ser muito sensíveis ao som da descarga. Colocar uma música calma pode ajudá-las a relaxar.
  •  Use a descarga como recompensa depois que a criança urinar na privada. Saiba, porém, que algumas crianças podem ficar super excitadas ou até com medo do barulho da descarga ou da visão da água descendo. Para que isso diminua, basta que as pessoas envolvidas usem reforço positivo como brinquedos com luzes ou barulho.
  •  Nunca pergunte se a pessoa quer ou não ir ao banheiro. Apenas diga para ela que é hora de usá-lo. Permitir que a pessoa indique se está na hora ou não, não é considerado nesse momento.
  • Se a pessoa urinar ou defecar entre os horários, limpe tudo calmamente e não fique hostil ou aborrecido. Simplesmente ajude a pessoa a se limpar e continue seguindo o horário visual. Não faça nenhuma referência ao acidente.
  •  Na hora de escolher os desenhos do seu horário visual, escolha os que sejam claros e fáceis de entender. Lembre que os autistas pensam de forma concreta.
  •  Lembre-se o treinamento não está completo até que a pessoa aprenda a indicar que precisa ir ao banheiro sem ser lembrada por outras pessoas; complete a rotina independentemente e se prenda em pistas visuais ao invés de verbais.
  • Antecipe qualquer problema quando for passear. Leve o horário visual e peça informação para saber onde estão os banheiros públicos para evitar se perder quando precisar usá-los. Carregue uma pequena toalha ou um alguns pedaços de papel higiênico para evitar qualquer problema relacionado à sensibilidade. Leve sempre o brinquedo preferido para diminuir a ansiedade.
  • Não faça uma mudança brusca das fraldas para a cueca ou calcinha. Gradualmente, aumente o número de horas que a criança estiver usando as partes de baixo, usando o bom senso. Recompense os momentos em que a criança não esteja usando fraldas.
  •  Se depois de treinada, a criança estiver usando muito papel higiênico, diga uma quantidade de quadradinhos do papel para ela contar ou utilize dicas visuais para determinar a quantidade correta.
  •  Lembre-se que a criança pode apresentar algum tipo de regressão quando estiver doente, tomando medicamentos ou mudar o tipo de comida. Se houver algum tipo de mudança na rotina ao deitar, ou até dentro da escola como mudança de professora, transferência de colegas ou problemas na família – tudo isso pode interferir no treinamento. Quando isso acontecer, tente identificar o motivo, converse com o médico ou com a família. Não mostre desapontamento, raiva ou outra emoção negativa. 
  • Calmamente retorne as estratégias que eram eficientes.

 (Dicas baseadas no livro Toilet training for individuals with autism and related disorders de Maria Wheeler. Texas: Future Horizons, 1998.)

A História de Tom

A História de Tom
Tom nasceu com um problema de surdez parcial. Certo dia, ao voltar da escola, trouxe o seguinte recado de sua professora:
“Sinto comunicar que seu filho não tem capacidade para aprender, Sugiro que o retirem da escola”.
Em vez de deprimir-se com o recado da professora, a mãe do garoto pensou:
“A professora deve estar enganada, o meu filho tem capacidade para aprender qualquer coisa. De agora em diante, eu mesma serei a sua professora”
E, a partir daquele momento, ela assumiu inteira responsabilidade pela instrução de seu filho.
O menino Tom – era assim que a família o chamava - tornou-se um jovem muito criativo e, graças à dedicação de sua mãe, transformou-se em um grande inventor. Ele criou não somente a lâmpada, mas também a câmera fotográfica, o mimeógrafo, o fonógrafo, o filme movimentado, o gravador, o microfone e mais de mil outras invenções.
No final de sua vida, numa reportagem a um grande jornal internacional, comentou que foi a sua convicção de criar o que sua mente idealizou e a persistência em ver seu projeto concluído, que o fez ser um homem reconhecido mundialmente por seus trabalhos. Segundo ele, seu próprio pai não acreditava no seu potencial e revelou: "Meu pai achava que eu era burro e eu quase acreditei que era mesmo".

O menino Tom hoje é mundialmente conhecido por Thomas Edison.
Apesar de suas deficiências, homens e mulheres ao longo dos séculos, conseguiram
eternizar seus nomes na História. Atualmente, muitos famosos também têm tido sucesso excepcional em suas vidas, mesmo com problemas limitadores. Veja alguns exemplos:
Abraham Lincoln, presidente dos EUA (Síndr. de Marfan)
Agatha Christie, escritora (dislexia)
Albert Einstein, cientista (dislexia)
Alexander Graham Bell, inventor - telefone (dislexia)
Alexander Pope, escritor (malformações congênitas)
Andrea Bocelli , cantor (cegueira)
Ben Johnson, esportista (dislexia)
Bertha Galeron de Calonne (cegueira e defic. auditiva)
Bispo Hincmar, religioso (cegueira)
Bob Dole, (deficiencia no braço direito)
Charles Darwin, cientista (dislexia)
Chris Burke, ator americano (síndrome de Down)
Christopher Reeve, artista de cinema (tetraplegia)
Christy Brown, escritor e artista plástico (paralisia cerebral)
Dennis Byrd, astro do futebol americano (paraplegia)
Dídimo, diretor da Escola de Alexandria (cegueira)
Enrico Dandolo, doge de Veneza (cegueira)
Ernesto Nazareth, compositor (deficiência auditiva)
Felipe III, rei da Macedônia (deficiência mental)
Fineu, rei da Tracia (cegueira)
Galba, imperador romano (artrite reumatóide)
Galileu Galilei, cientista (cegueira)
General Belisário, general bizantino (cegueira)
João Carlos Martins, maestro (lesão cerebral)
Joaquin Rodrigo, compositor espanhol (cegueira)
Johannes Kepler, cientista (deficiência visual)
Leonardo DaVinci, inventor (dislexia)
Leonhard Euler, cientista (cegueira)
Lex Frieden, lider mundial (quadriplegia)
Ludwig Van Beethoven, compositor (deficiência auditiva)
Luiz de Camões, escritor (deficiência visual)
Luis III, Rei da Provença e da Itália (cegueira)
Moisés, Patriarca Hebreu (gagueira)
Marie Therese Von Paradis, pianista (cegueira)
Marla Runyan, corredora olímpica (cegueira)
Nelson Rockefeller, empresário e estadista (dislexia)
Nicholas Saunderson, Matemático e cientista (cegueira)
Ray Charles, cantor (cegueira)
Richard Pryor, ator de cinema (esclerose múltipla)
Robert J. Smithdas, escritor (cegueira e defic. auditiva)
Robin Williams, ator (dislexia)
Ronald Reagan, estadista (mal de Alzheimer)
Stevie Wonder, cantor (cegueira)
Thomas Edison, cientista e inventor (surdez parcial)
Tom Cruise, artista de cinema (dislexia)
Tom Wiggins, pianista (cegueira e deficiência mental)
Tony Meléndez, músico (malformações)
Tutankhamon, faraó egípcio (síndrome de Klippel-Feil)
Vincent Van Gogh, pintor (dislexia)
Vitélio, imperador romano (deficiência física)
Walt Disney, empresário e desenhista (dislexia)
Walter Scott, escritor (poliomielite)