segunda-feira, 10 de novembro de 2014

DICAS DE COMO AJUDAR SEU ALUNO AUTISTA NA ESCOLA


  • Para um sucesso maior, as tarefas complicadas devem ser quebradas em pequenas partes.

  • Não apresente ao aluno atividades longas. Por exemplo, se o exercício precisa que o aluno escreva 10 sentenças, comece com duas. Simplifique atividades desafiadoras e abstratas. Transforme questões subjetivas em questões de múltipla escolha.

  • Use material visual para fazer com que a atividades pareçam mais concretas.

  • Use cartões para resumir os passos para a realização de tarefas ou as atividades da agenda diária.

  • Ofereça intervalos para exercícios físicos e limite o tempo necessário para a atividade. Isso ajuda as crianças que têm dificuldade para reter a atenção.

  • Horários visuais ajudam na noção do tempo e no controle da ansiedade e na administração da tolerância.

  • Use a regra 80/20. Toda vez que começar um dia de atividades, comece com atividades mais fáceis (80%) e que não causarão problemas disruptivos e de desestruturação de ambiente. A criança fica mais confortável em sala e mais confiante. Os 20% de tarefas mais difíceis devem ser usados ou no final da sessão ou intercalada com as tarefas mais fáceis. Isso vai depender, logicamente, de cada criança.

  • Com essa estrutura, é criada confiança e motivação para o trabalho. Se a criança começar o dia de trabalho com atividades além de seu potencial, pode desenvolver um senso de que não é capaz. Use comandos simples, com poucas palavras e seja direto.

  • Apresente escolhas. Sempre. Toda criança se sente mais à vontade com seu horário de tarefas quando pode escolher ou a ordem das tarefas ou que tipo de atividade quer realizar.

  •  Na hora do recreio, devem ser reforçadas as regras de convivência, comorespeito aos amigos e tolerância, não se permitindo bullying.

  • Usar um rodízio de amigos para o recreio pode ser uma estrategia eficiente. A responsabilidade é dividida com todos e os amigos podem ser orientados a ajudar diretamente com as regras sociais.

  • Deixe permitido para o aluno uma área na escola em que ele possa ficar sozinho e fazer o que gosta. Existem pessoas que defendem a liberdade da criança, onde ela possa ficar relaxada, fazendo os movimentos repetitivos que gosta, como se estivesse extravasando. Eu pessoalmente não gosto. Se estamos trabalhando para que a criança seja incluída e que tenha mais amizades e um relacionamento melhor com seus colegas, os movimentos repetitivos não são adequados porque não socializam e podem, muitas vezes, assustar os colegas. Todas as cartas devem ser usadas para que a criança seja redirecionada e não faça os movimentos.
  • Uma ideia interessante é criar, dentro da própria escola, clubes de jogos, de computação, de música para que as crianças possam escolher o que fazer durante o recreio. Os clubes seriam supervisionados por um adulto e as crianças poderiam fazer o que gosta, falar do que gosta etc.

  • Estrategias de redirecionamento e o que a criança não pode fazer e o que ela pode fazer devem ser distribuídas para todos os profissionais que lidam com ela.

  • Refeitórios e áreas de lanche podem ser extremamente estressantes para crianças com TEA (Transtorno do Espectro Autista). Muito barulho não só de coisas sendo arrumadas, mas vozes de crianças, arrastar de cadeiras, etc. Tente se imaginar no lugar de uma criança que é sensível demais e pode ouvir sons mais altos que você. Seja flexível em relação a tempos e dificuldades. Visite com a criança o lugar antes, vazio, para que ela visualize onde fica a comida, onde pode sentar, e o que vai acontecer. Isso diminue a ansiedade e minimiza problemas de comportamento.

  • Dar a criança um brinquedo para aliviar a tensão em alguns momentos é ótimo. Em qualquer situação que você possa desestressar a criança, leve alguma coisa que ela goste de segurar ou uma esponja ou bola para apertar, um brinquedo com luz e/ ou água para que ela fique olhando. Isso pode minimizar possíveis problemas.

  • Lembre-se de que as crianças com TEA não vão necessariamente aprender com as outras crianças.Mas elas surpreendem sempre!!!

TREINANDO SUA CRIANÇA AUTISTA A USAR O BANHEIRO


  •  Treinar uma criança a ir a o banheiro é um trabalho desgastante para toda a família e comunidade. Requer paciência e perserverança. Algumas famílias acham fácil e mais simples deixar a criança em fraldas para evitar os problemas que possam surgir durante o treinamento.
  •  Vale ressaltar que uma criança já treinada, tem um grande impacto na convivência social da família e na independência  e aceitação social da criança.
  • É válido usar algumas técnicas para controlar o estresse para diminuir os aspectos negativos de sobrecarga de energia e tempo.
  • Muitas vezes é mais fácil que a criança seja treinada na escola que em casa, ou vice e versa. É importante que escola e lar trabalhem juntos num mesmo objetivo para o sucesso do treinamento. Comunicação é a chave do negócio. Para isso, não fique triste com a escola ou qualquer membro da equipe se as coisas não tiverem funcionando efetivamente em um dos lugares.
  •  Persevere e acredite que o sucesso virá. Evite ficar muito preocupado ou excessivamente estressado com a situação.
  • Para saber se sua criança está pronta para ser treinada, observe as seguintes perguntas: a pessoa atua diferente ou parece notar quando está com fraldas ou partes de baixo molhada ou suja? Existe algum interesse ou diferença de comportamento em relação a banheiro, privada, ao trocar de roupas ou qualquer outra momento relacionado a isso? A pessoa apresenta alguam mudança de comportamento quando outra está envolvida em atividades ou objetos relacionados à higiene ? Se você respondeu sim a todas essas perguntas, a pessoa deve está tendo percepção e talvez pronta para iniciar o treinamento.
  • Observe as horas certas para a criança ir ao banheiro e as inclua num horário visual.
  • Coloque brinquedos preferidos da criança ou livros no banheiro para facilitar a adaptação desta.
  •  Algumas crianças podem ser muito sensíveis ao som da descarga. Colocar uma música calma pode ajudá-las a relaxar.
  •  Use a descarga como recompensa depois que a criança urinar na privada. Saiba, porém, que algumas crianças podem ficar super excitadas ou até com medo do barulho da descarga ou da visão da água descendo. Para que isso diminua, basta que as pessoas envolvidas usem reforço positivo como brinquedos com luzes ou barulho.
  •  Nunca pergunte se a pessoa quer ou não ir ao banheiro. Apenas diga para ela que é hora de usá-lo. Permitir que a pessoa indique se está na hora ou não, não é considerado nesse momento.
  • Se a pessoa urinar ou defecar entre os horários, limpe tudo calmamente e não fique hostil ou aborrecido. Simplesmente ajude a pessoa a se limpar e continue seguindo o horário visual. Não faça nenhuma referência ao acidente.
  •  Na hora de escolher os desenhos do seu horário visual, escolha os que sejam claros e fáceis de entender. Lembre que os autistas pensam de forma concreta.
  •  Lembre-se o treinamento não está completo até que a pessoa aprenda a indicar que precisa ir ao banheiro sem ser lembrada por outras pessoas; complete a rotina independentemente e se prenda em pistas visuais ao invés de verbais.
  • Antecipe qualquer problema quando for passear. Leve o horário visual e peça informação para saber onde estão os banheiros públicos para evitar se perder quando precisar usá-los. Carregue uma pequena toalha ou um alguns pedaços de papel higiênico para evitar qualquer problema relacionado à sensibilidade. Leve sempre o brinquedo preferido para diminuir a ansiedade.
  • Não faça uma mudança brusca das fraldas para a cueca ou calcinha. Gradualmente, aumente o número de horas que a criança estiver usando as partes de baixo, usando o bom senso. Recompense os momentos em que a criança não esteja usando fraldas.
  •  Se depois de treinada, a criança estiver usando muito papel higiênico, diga uma quantidade de quadradinhos do papel para ela contar ou utilize dicas visuais para determinar a quantidade correta.
  •  Lembre-se que a criança pode apresentar algum tipo de regressão quando estiver doente, tomando medicamentos ou mudar o tipo de comida. Se houver algum tipo de mudança na rotina ao deitar, ou até dentro da escola como mudança de professora, transferência de colegas ou problemas na família – tudo isso pode interferir no treinamento. Quando isso acontecer, tente identificar o motivo, converse com o médico ou com a família. Não mostre desapontamento, raiva ou outra emoção negativa. 
  • Calmamente retorne as estratégias que eram eficientes.

 (Dicas baseadas no livro Toilet training for individuals with autism and related disorders de Maria Wheeler. Texas: Future Horizons, 1998.)

A História de Tom

A História de Tom
Tom nasceu com um problema de surdez parcial. Certo dia, ao voltar da escola, trouxe o seguinte recado de sua professora:
“Sinto comunicar que seu filho não tem capacidade para aprender, Sugiro que o retirem da escola”.
Em vez de deprimir-se com o recado da professora, a mãe do garoto pensou:
“A professora deve estar enganada, o meu filho tem capacidade para aprender qualquer coisa. De agora em diante, eu mesma serei a sua professora”
E, a partir daquele momento, ela assumiu inteira responsabilidade pela instrução de seu filho.
O menino Tom – era assim que a família o chamava - tornou-se um jovem muito criativo e, graças à dedicação de sua mãe, transformou-se em um grande inventor. Ele criou não somente a lâmpada, mas também a câmera fotográfica, o mimeógrafo, o fonógrafo, o filme movimentado, o gravador, o microfone e mais de mil outras invenções.
No final de sua vida, numa reportagem a um grande jornal internacional, comentou que foi a sua convicção de criar o que sua mente idealizou e a persistência em ver seu projeto concluído, que o fez ser um homem reconhecido mundialmente por seus trabalhos. Segundo ele, seu próprio pai não acreditava no seu potencial e revelou: "Meu pai achava que eu era burro e eu quase acreditei que era mesmo".

O menino Tom hoje é mundialmente conhecido por Thomas Edison.
Apesar de suas deficiências, homens e mulheres ao longo dos séculos, conseguiram
eternizar seus nomes na História. Atualmente, muitos famosos também têm tido sucesso excepcional em suas vidas, mesmo com problemas limitadores. Veja alguns exemplos:
Abraham Lincoln, presidente dos EUA (Síndr. de Marfan)
Agatha Christie, escritora (dislexia)
Albert Einstein, cientista (dislexia)
Alexander Graham Bell, inventor - telefone (dislexia)
Alexander Pope, escritor (malformações congênitas)
Andrea Bocelli , cantor (cegueira)
Ben Johnson, esportista (dislexia)
Bertha Galeron de Calonne (cegueira e defic. auditiva)
Bispo Hincmar, religioso (cegueira)
Bob Dole, (deficiencia no braço direito)
Charles Darwin, cientista (dislexia)
Chris Burke, ator americano (síndrome de Down)
Christopher Reeve, artista de cinema (tetraplegia)
Christy Brown, escritor e artista plástico (paralisia cerebral)
Dennis Byrd, astro do futebol americano (paraplegia)
Dídimo, diretor da Escola de Alexandria (cegueira)
Enrico Dandolo, doge de Veneza (cegueira)
Ernesto Nazareth, compositor (deficiência auditiva)
Felipe III, rei da Macedônia (deficiência mental)
Fineu, rei da Tracia (cegueira)
Galba, imperador romano (artrite reumatóide)
Galileu Galilei, cientista (cegueira)
General Belisário, general bizantino (cegueira)
João Carlos Martins, maestro (lesão cerebral)
Joaquin Rodrigo, compositor espanhol (cegueira)
Johannes Kepler, cientista (deficiência visual)
Leonardo DaVinci, inventor (dislexia)
Leonhard Euler, cientista (cegueira)
Lex Frieden, lider mundial (quadriplegia)
Ludwig Van Beethoven, compositor (deficiência auditiva)
Luiz de Camões, escritor (deficiência visual)
Luis III, Rei da Provença e da Itália (cegueira)
Moisés, Patriarca Hebreu (gagueira)
Marie Therese Von Paradis, pianista (cegueira)
Marla Runyan, corredora olímpica (cegueira)
Nelson Rockefeller, empresário e estadista (dislexia)
Nicholas Saunderson, Matemático e cientista (cegueira)
Ray Charles, cantor (cegueira)
Richard Pryor, ator de cinema (esclerose múltipla)
Robert J. Smithdas, escritor (cegueira e defic. auditiva)
Robin Williams, ator (dislexia)
Ronald Reagan, estadista (mal de Alzheimer)
Stevie Wonder, cantor (cegueira)
Thomas Edison, cientista e inventor (surdez parcial)
Tom Cruise, artista de cinema (dislexia)
Tom Wiggins, pianista (cegueira e deficiência mental)
Tony Meléndez, músico (malformações)
Tutankhamon, faraó egípcio (síndrome de Klippel-Feil)
Vincent Van Gogh, pintor (dislexia)
Vitélio, imperador romano (deficiência física)
Walt Disney, empresário e desenhista (dislexia)
Walter Scott, escritor (poliomielite)

terça-feira, 22 de abril de 2014

JOGOS EDUCATIVOS - APRENDIZAGEM CRIATIVA






“O jogo é para a criança um fim em si mesmo, ele deve ser para nós um meio de educar, de onde seu nome jogo educativo que toma cada vez mais lugar na linguagem da pedagogia maternal” (Girard, 1908, p 199).
   É preciso tentar buscar novos horizontes, buscar a coragem dos educandos para dentro da sala de aula. E que a criança possa se sentir querida e privilegiada. O lúdico é uma excelente alternativa.



CAIXINHA DA MATEMÁTICA



     Sabe aquela caixinha que vem com xícaras que iria para o lixo? Pois bem. Ela agora virou a Caixinha da Matemática.Um incentivo a 
mais para apreciarmos a matemática. 
      Com palitos coloridos e uma plaquinha da atividade a ser realizada ficou diferente e divertida.





sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

TURMA DA MÔNICA E A INCLUSÃO

Dorinha

Ela vai mostrar às crianças como ouvir o som do mundo, sentir seus perfumes e sugerir a inclusão,
onde todos se tratam de igual para igual".
Esta foi a declaração de Maurício de Sousa em relação a personagem Dorinha,
 uma menina que apesar da sua limitação visual é uma criança feliz e com
 suas capacidade de sentir o mundo através do tato, da audição e do olfato.
Dorinha foi inspirada em Dorina Nowil, uma mulher que perdeu a visão quando
 ainda era criança, mas enfrentou o problema e hoje é um exemplo de força
com sua Fundação Dorina Nowil, que trata de cegos.Com essa personagem de
Maurício é possível trabalhar a inclusão com as crianças, por meio de suas
 histórias desde a primeira série já que a Turma da Mônica é tão conhecida
pelas crianças e proporciona uma leitura prazerosa.
Para completar a turma Maurício de Sousa criou Luca um menino cadeirante
 que sonha em participar de uma para-olimpíada.

A deficiência retratada em quadrinhos

O
 menino "Da Roda", personagem com deficiência física, entrou na edição de 

dezembro (nº 222), na "Turma da Mônica". Detalhes como marcas de pneus no
 gramado; barras de apoio no banheiro; pia, cesta de basquete e espelho 
instalados em altura menor que a convencional aparecem nos quadrinhos e 
são explicados com naturalidade pelo menino, que utiliza cadeira de rodas. 
Maurício de Souza adota como critério o uso de apelidos para identificar os 
personagens que compõem a "turminha". Assim, do "Cascão", do "Cebolinha" 
e do "Franjinha", ninguém conhece o nome. O mesmo critério valeu para o 
"Da Roda", apresentado dessa forma em função de sua cadeira. É válido
 destacar que a presença das pessoas com deficiência, sem ressaltar 
a deficiência e sim suas potencialidades e capacidades, nas revistas 
em quadrinhos e nas novelas, reforçam muito positivamente a questão
 da diversidade humana, presente em todos os ambientes, infantis e adultos.
Fã do cantor Herbert Vianna e da banda Paralamas do Sucesso, ele foi

 apelidadopelos novos amiguinhos de Paralaminha e Da RodaChegou às
 bancas de todo o Brasil no dia 20 de dezembro de 2004, a edição do Gibi
 da Mônica nº 222, que trouxe uma surpresa para os fãs da Turminha: a
 estréia do personagem Luca, um garoto cadeirante, amante dos esportes,
 principalmente de basquete, que foi apelidado carinhosamente pelos novos 
amiguinhos de “Da Roda” e “Paralaminha”, por ser muito fã do cantor Herbert
 Vianna e da banda Paralamas do Sucesso.
Segundo Mauricio de Sousa, Luca será responsável por mostrar às outras 

crianças as possibilidades de uma infância feliz, interativa, independentemente
de qualquer deficiência física. “É a inclusão social sendo exercitada também
 no mundo ficcional dos quadrinhos”, disse o desenhista, que já adianta: “Por ser
 bonitinho, o Da Roda vai ganhar, de vez em quando, alguns olhares meigos das
 meninas da Turma”, brinca.Zé Lelé

Zé Lelé é primo de Chico Bento, e possui uma versão feminina chamada Maria Lalau.
 Zé Lelé revela-se o menos inteligente da turma. E, assim como Chico Bento, algumas
 vezes na hora da prova tira nota zero. Não existia nenhuma semelhança física entre ele e
 Chico Bento.
Zé Lelé recebeu esse apelido porque ele é ingênuo, meio distraído e de inteligência um tanto
 limitada, o que por vezes irrita bastante todos .

Cebolinha

É um personagem de histórias em quadrinhos e tirinhas, criado em 1960 por Maurício
 de Sousa. Sempre à procura de um jeito de pegar o coelhinho de sua amiga
Mônica, o Sansão. Suas características são:
· Fala trocando o R intervocálico pelo L, problema conhecido como dislalia;
· Tem apenas 5 fios de cabelo. Interessante notar que, ao ser criado, Cebolinha tinha os
cabelos espetados e em maior número;
· Está sempre arquitetando planos "infalíveis" para derrotar a Mônica, chamada de
 "dona da rua", ou em suas próprias palavras, "dona da lua";
· Usa sempre camisa verde, shorts pretos e sapatos marrons;
· Torce para o Palmeiras.

Apesar de marca registrada do personagem, a dislalia o traz inconvenientes muito
grandes. Por exemplo, no filme Uma Aventura no Tempo, na cena em que o Astronauta
 desmaia, a personagem Cabeleira Negra ameaça o transformar em rato através de um
aparelho que só poderia ser desativado com as palavras "Cabeleira Negra" sendo
 pronunciadas corretamente. Todavia, por causa da dislalia pertinente ao Cebolinha,
 ele não consegue - sendo salvo na undécima hora por seu amigo Cascão.

Humberto

Humberto é uma personagem de HQ de Mauricio de Sousa e pertence à Turma
da Mônica.
Ele é o único personagem da turma da Mônica que não fala, mas não é surdo.
Só murmura "hum-hum"... uns acham que ele é mudinho, porque ele nasceu com
 paralisia cerebral. Se comunica com a linguagem de sinais, que é representada
por um balão de fala em formado de mão.Quando alguém pergunta algo a ele,
 sempre entende e sabe responder.

LEI N º 12.764 DE DEZEMBRO DE 2012 - REGULAMENTA OS DIREITOS DA PESSOA AUTISTA

          "A LEI Nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012, institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o § 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990".
          No Art. 3º, Inciso IV - Parágrafo único dispõe que "Em casos de comprovada necessidade, a pessoa com transtorno do espectro autista incluída nas classes comuns de ensino regular, nos termos do inciso VI do art. 2º, terá direito a acompanhante especializado".
Atenção: temos que lutar junto as famílias para que esta Lei seja realmente cumprida pelas instituições de ensino e não fique só no papel. Procurem ler toda a Lei, para se informarem dos direitos dos nossos alunos e nosso também.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

REUNI'AO DE PAIS -SALA DE RECURSOS

Palestrante - Elvio Araujo

Professora - Cristiane Meireles de Oliveira 

Diretora - Rita Elizene Moreira Petrone

 A SOMA DOS TALENTOS

 SE A NOTA DISSESSE:
“NÃO É UMA NOTA QUE FAZ UMA MÚSICA.”
… NÃO HAVERIA SINFONIA.
SE A PALAVRA DISSESSE:
“NÃO É UMA PALAVRA QUE PODE FAZER UMA PÁGINA.”
… NÃO HAVERIA LIVRO.
SE A PEDRA DISSESSE:
“NÃO É UMA PEDRA QUE PODE MONTAR UMA PAREDE.”
…NÃO HAVERIA CASA.
SE A GOTA DISSESSE:
“NÃO É UMA GOTA DE ÁGUA QUE FAZ O RIO.”
…NÃO HAVERIA O OCEANO.
SE O GRÃO DE TRIGO DISSESSE:
“NÃO É O GRÃO QUE PODE SEMEAR O CAMPO.”
…NÃO HAVERIA COLHEITA.
SE O HOMEM DISSESSE:
“NÃO É UM GESTO DE AMOR QUE PODE SALVAR A HUMANIDADE.”
JAMAIS HAVERIA JUSTIÇA E PAZ, DIGNIDADE E FELICIDADE NA TERRA DOS HOMENS.
COMO A SINFONIA PRECISA DE CADA NOTA,
COMO O LIVRO PRECISA DE CADA PALAVRA,
COMO A CASA PRECISA DE CADA PEDRA,
COMO A COLHEITA PRECISA DE CADA GRÃO DE TRIGO,
A HUMANIDADE INTEIRA PRECISA DE TI,
ONDE ESTIVERES, ÚNICO E, PORTANTO, INSUBSTITUÍVEL.
COMO O FUTURO DO NOSSO PAÍS, PRECISA DA EDUCAÇÃO,
A FAMÍLIA E ESCOLA PRECISAM ESTAR JUNTAS, PARA
COMPARTILHAREM A ALEGRIA DO SUCESSO.













OBRIGADO POR ESTAREM CONOSCO, SOMANDO TALENTOS, MULTIPLICANDO SORRISOS, COMPARTILHANDO ALEGRIAS.

Dia do Professor - 15 de Outubro

           As bolas de papel na cabeça, Os inúmeros diários para se corrigir, As críticas, as noites mal dormidas... Tudo isso não foi o suficiente Para te fazer desistir do teu maior sonho: Tornar possíveis os sonhos do mundo. Que bom que esta tua vocação Tem despertado a vocação de muitos. Parece injusto desejar-te um feliz dia dos professores, Quando em seu dia-a-dia Tantas dificuldades acontecem. A rotina é dura, mas você ainda persiste. Teu mundo é alegre, pois você Consegue olhar os olhos de todos os outros E fazê-los felizes também. Você é feliz, pois na tua matemática de vida, Dividir é sempre a melhor solução. Você é grande e nobre, pois o seu ofício árduo lapida O teu coração a cada dia, Dando-te tanto prazer em ensinar. Homenagens, frases poéticas, Certamente farão parte do seu dia a dia, E quero de forma especial, relembrar A pessoa maravilhosa que você é E a importância daquilo do seu ofício. É por isto que você merece esta homenagem Hoje e sempre, por aquilo que você é E por aquilo que você faz. 
Felicidades!!!