PROJETOS

Projeto de Musicalização " Socialização e Desenvolvimento de Habilidades Através da Musicalização com alunos Autistas"

PROFESSORA - Cristiane Meireles de Oliveira

 Qual a importância de trabalhar com musicalização?

     Musicalizar é tornar a pessoa receptiva e sensível à música. As aulas de musicalização têm um formato e objetivos bem diferentes das aulas de música que visam à formação de músicos. Através da musicalização podemos:
  •       Desenvolver a criatividade, a autoestima e a capacidade de expressão por meio da    linguagem musical;
  •       Promover o contato com o mundo sonoro e a percepção rítmica por meio da linguagem musical;
  •       Promover a participação dos alunos como ouvintes e intérpretes;
  •       Favorecer a integração social, despertar e desenvolver o trabalho em equipe, o desembaraço e a autoconfiança;
  •       Trabalhar a concentração, memorização, consciência corporal e coordenação motora;
  •       Estimular o desenvolvimento intelectual, auditivo e sensorial.





 PROJETO: ARTES 
JUSTIFICATIVA
 Acredita-se na ideia de que produzindo arte também se aprende, pois as artes visuais são linguagens e, portanto, uma das formas importantes de expressão e comunicação humanas.Partindo deste principio pretende-se por meio deste projeto, criar ambiente artístico que permitem aos alunos a viajar através da imaginação, proporcionando aprendizagem com prazer e animação.

OBJETIVO GERAL
  • Desenvolver um trabalho com a linguagem artística, que leve a criança a compreender a importância de uma alimentação saudável, favorecendo a interação com o mundo e a criatividade através de atividades artísticas.
 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
  • Trabalhar a leitura de imagens;
  • Ampliar o conhecimento de mundo que possuem através do trabalho com artes
  • Conscientizar os alunos sobre a importância de uma alimentação saudável através dos trabalhos artísticos;
  • Propor trabalhos artísticos para que as crianças adquiram habilidades e soluções próprias através do desenho da pintura e da colagem.
RESULTADOS ESPERADOS

 Espera-se que, os alunos percebam a importância de uma alimentação saudável, e que as crianças se expressem livremente, desenvolvendo assim sua capacidade criadora, aumentando sua sensibilidade, de forma lúdica, respeitando e valorizando o trabalho de seus colegas, criando oportunidade de uma interação pessoal e amigável.

PROJETO ARGILA NA ESCOLA 
PROFESSORA DA SALA DE RECURSOS:  CRISTIANE MEIRELES DE OLIVEIRA
ARTESÃS:IDAÉLIA,MARIA E MARLI

Objetivos

  • Conhecer técnicas para o trabalho com argila.
  • Elaborar uma escultura.
  • Proporcionar ao aluno o prazer e a satisfação de confeccionar artes manuais;
  • Estimular a concentração, atenção,paciência e principalmente a coordenação motora.







O uso da argila como material nas aulas  da Sala de Recursos Multinfuncionais  é sempre recomendado, mas é preciso conhecer bem esse material para poder orientar seu uso. Por isso foi elaborado o Projeto Argila na Escola, contando com a parceria das Artesãs Idaélia,Maria e Marli que faz parte da Associação dos Artesãos de Taiobeiras/MG.Para as crianças, pode não ser uma modelagem tão fácil como a feita com massa de modelar, mas pode render trabalhos duradouros. Além disso, é muito importante o trabalho com materiais naturais.



Material

Para a atividade:
  • argila
  • tinta guache ou plástica (diversas cores)
  • pincéis
  • barbante
  • palitos de soverte
  • plástico ou jornal para forrar a mesa
  • pote com água

Estratégia

Leitura e interpretação dos textos para que os alunos conheçam as características de uma escultura.
Proposta do trabalho com argila, explicando seu uso. Uma sugestão é estipular um tema para que a sala produza objetos que se relacionem com o tema proposto.

Atividade

A execução da escultura deve seguir os seguintes passos:
1. Forre a mesa.
2. Mantenha a argila dentro do plástico, retirando, aos poucos, pedaços para a modelagem.
3. Mexa livremente com a argila. Oriente os alunos para que sintam sua consistência e pensem nas possibilidades que ela pode oferecer.
4. Comece a modelar, se necessário, umedeça a mão.
5. Deixe secar a sombra.
6. Pinte.

Observações

  • Conheça e leve para a sala de aula tipos diferentes de argila.
  • Se você comprar pacotes grandes de argila, poderá cortá-la em pedaços com o auxílio de um barbante.
  • A Argila deve estar sempre úmida para ser modelada.
  • Se a argila estiver molhada ou mole demais, sem plasticidade (que não quer se soltar das mãos), deve-se pegar um pouco dela e bater com um pedaço de madeira ou qualquer superfície que possa ser molhada, mudando os lados, até sair o excesso de água.
  • As sobras de argila devem ser guardadas em plástico bem fechado e em lugar fresco.
  • A pintura deve ser feita sobre a peça bem seca. 
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ALUNOS DA SALA DE RECURSOS DA ESCOLA ESTADUAL DONA BETI 



























ALUNOS DA SALA DE RECURSOS ESCOLA ESTADUAL DONA PRETA



































PROJETO CEMIG NA ESCOLA

O Programa Energia Inteligente inicia um novo ciclo do Projeto Cemig nas Escolas – Procel. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Educação a Cemig e a Escola Estadual Dona Beti. 
O objetivo é estimular condutas de uso responsável dos recursos naturais, incentivando novos comportamentos - seja no âmbito individual, seja no âmbito coletivo - e desenvolver, nos espaços das comunidades escolares, ações visando ao uso eficiente da energia elétrica, contribuindo para a excelência do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica.












PROJETO 1
“APRENDENDO COM AS DIFERENÇAS”
SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO

Professora: Cristiane Meireles de Oliveira
Escola Estadual Dona Beti
Taiobeiras/ MG

JUSTIFICATIVA
A iniciativa da proposta deste projeto está embasada segundo a nota técnica SEESP/GAB/Nº 11/2010 do Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial e Esplanada dos Ministérios, que se trata das Orientações para a institucionalização da Oferta do Atendimento Educacional Especializado – AEE em Salas de Recursos Multifuncionais, implantadas nas escolas regulares.
A educação inclusiva, fundamentada em princípios filosóficos, políticos e legais dos direitos humanos, compreende a mudança de concepção pedagógica, de formação docente e de gestão educacional para a efetivação do direito de todos à educação, transformando as estruturas educacionais que reforçam a oposição entre o ensino comum e especial e a organização de espaços segregados para alunos público alvo da educação especial.
Nesse contexto, o desenvolvimento inclusivo das escolas assume a centralidade das políticas públicas para assegurar as condições de acesso, participação e aprendizagem de todos os alunos nas escolas regulares, em igualdade de condições.
Na perspectiva da educação inclusiva, a educação especial é definida como uma modalidade de ensino transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, que disponibiliza recursos e serviços e realiza o atendimento educacional especializado – AEE de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos público alvo da educação especial.
O Decreto nº 6.571/2008 dispõe sobre o atendimento educacional especializado, definido no §1º do art.1º, como o conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente e prestados de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos no ensino regular. No §2º do art.1º, determina que o AEE integra a proposta pedagógica da escola, envolvendo a participação da família e a articulação com as demais políticas públicas.
Dentre as ações de apoio técnico e financeiro do Ministério da Educação previstas nesse Decreto, destaca-se, no art.3º, a implantação de salas de recursos multifuncionais, definidas como “ambientes dotados de equipamentos, mobiliários e materiais didáticos para a oferta do atendimento educacional especializado”.
Para a implementação do Decreto nº 6.571/2008, a Resolução CNE/CEB nº 4/2009, no art. 1º, estabelece que os sistemas de ensino devem matricular os alunos, público alvo da educação especial nas classes comuns do ensino regular e no atendimento educacional especializado, ofertado em salas de recursos multifuncionais ou centros de atendimento educacional especializado da rede pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos; e no seu art.4º define o público alvo do AEE como:
I – Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial; II – Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Ret, transtorno desintegrativo da infância (psicoses) e transtornos invasivos sem outra especificação; III – Alunos com altas habilidades/superdotação: aqueles que apresentam um potencial elevado e grande envolvimento com as áreas de conhecimento humano, isoladas ou combinadas: intelectual, liderança, psicomotora, artes e criatividade.
Para a Escola Estadual Norberto Schwantes em Terra Nova do Norte-MT, Educar é ir além do convencional, ter coragem de ousar. Mudar é compromisso de cada um de nós, e mudar o que aí está posto necessita coragem para ousar e é nesta visão que a escola se propõe ao atendimento do aluno:
a) Atividades e recursos pedagógicos e de acessibilidade, prestados de forma complementar à formação dos alunos público alvo da educação especial, matriculados no ensino regular;
b) Articulação e interface entre os professores das salas de recursos multifuncionais e os demais professores das classes comuns de ensino regular;
c) Plano de AEE: identificação das habilidades e necessidades educacionais específicas do aluno; planejamento das atividades a serem realizada avaliação do desenvolvimento e acompanhamento dos alunos; oferta de forma individual ou em pequenos grupos; periodicidade e carga horária; e outras informações da organização do atendimento conforme as necessidades de cada aluno;
d) Existência de espaço físico adequado para a sala de recursos multifuncionais; de mobiliários, equipamentos, materiais didático-pedagógicos e outros recursos específicos para o AEE, atendendo as condições de acessibilidade;
Os projetos que serão desenvolvidos no decorrer do ano letivo, na Sala de Recurso Multifuncional, visão atender o aluno de uma forma abrangente na linguagem oral e escrita, coordenação motora, conhecimento corporal e lateralidade, orientação espaço-temporal, habilidades psicomotoras (no processo de alfabetização), conhecimento lógico-matemático, conhecimento de mundo, percepção, expressão Musical e dramatização.
OBJETIVO GERAL
· Desenvolver estímulos indispensáveis ao pleno desenvolvimento afetivo, cognitivo e social da criança, criando para isto situações adequadas ao seu desenvolvimento, socialização e diminuir os efeitos de problemas decorrentes do meio e demais estímulos referentes à aprendizagem.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
· Identificar dificuldade que induzem o aluno a conceitos diferenciados dos almejados em relação a determinados conteúdos.
· Introduzir o educando no mundo do pensamento mais ativo e organizado, através do trabalho individualizado, o uso de material de manipulação, tecnologia e a observação.
· Proporcionar estímulos que garanta a criança o desenvolvimento máximo de suas potencialidades.
METODOLOGIA
A Sala de Recursos multifuncional tem a função de estimular a aprendizagem, desenvolvendo atividades de linguagem oral, afetiva e escrita, através do uso de material de manipulação, sempre que possível, para facilitar a formação de conceitos abstratos, atividades lúdicas, brinquedos cantados e outros, pois quanto mais a criança age, mais desenvolve as estruturas que lhe permite significado ao seu comportamento e as coisas.
Nas estratégias a serem trabalhadas prevê-se o trabalho com aula de campo, DVDs, programas de computador, pesquisas digitação, jogos didáticos, carimbos, leituras diversas: individualizada, silenciosa, de figuras, de imagens (vídeo, DVDs, TV), trabalho envolvendo rótulos e outros recursos disponíveis nesta unidade escolar
A metodologia será aplicada de acordo com a grade curricular do ensino regular fazendo intervenções de acordo com a limitação de cada aluno. Como estratégia principal será observado a potencialidade de cada aluno. Usaremos os recursos didáticos e pedagógicos existentes na escola além de visitas planejadas aos órgãos públicos, favorecendo ao aluno a formação de conceitos resultando na aprendizagem.
O atendimento do aluno acontecerá no contra turno de acordo com a necessidade de cada um ou o mesmo será durante o período de aula, quando o aluno apresentar dificuldade de estar na escola, devido à distância do colégio e o uso do transporte escolar.
O Plano de AEE (EM CONSTRUÇÃO)
Objetivos Previstos: (EM CONSTRUÇÃO)
Superação das dificuldades motoras, de evolução conceitual, de atenção e de concentração.
Atividades do Plano (EM CONSTRUÇÃO)
Para o desenvolvimento da capacidade grafomotora e da motricidade ampla: atividades de desenho, pintura e o uso de diferentes instrumentos como suporte para sua expressão gráfica, como, por exemplo, o computador; uso de massa de modelar; a construção de maquetes; dentre outras atividades. Deslocamentos em ambientes abertos através da expressão corporal com o uso de variados recursos, tais como bolas, arcos, dentre outros.
Para desenvolvimento de conceitos, desenhar, jogo simbólico, dramatização, pintura, música, jogo da memória, associação de imagens e palavras, contato com variados gêneros textuais. Todas as atividades devem ser contextualizadas e significativas para a criança e devem ser realizadas em situações lúdicas.
Atenção e concentração
Jogos educativos diversos.
Oralidade
Relatos orais, registro oral de passeios, visitas, atividades de dramatização e brincadeiras livres que permitam ao aluno exercitar sua capacidade criativa e de expressão verbal. Interlocução entre a professora do AEE e a da sala de aula do ensino comum Visa a conhecer os efeitos do plano de EE no comportamento do aluno em sala de aula.
MATERIAIS DIDÁTICOS
- lupas;
- bolas diversas;
- 02 bolas de Pilates;
- bambolês,
- caixas de giz de cera;
- tesouras (grandes);
- cola tenaz;
- caixas de massa de modelar;
- ábacos;
- E.V.A de cores variadas (03 de cada cor);
-caixas de tinta guache,
- canetas marcar CD azul e preta)
- pincéis (espessuras variadas);
- rolo de papel bobina;
- resma de papel sulfite;
- cadernos pequenos (alunos do matutino e vespertino);
- papel crepom de cores variadas;
- papel camurça de cores variadas;
- papel para dobradura;
- papel cartão;
- caixas de palito de dente;
-maços de fósforo;
- pacotes de canudinhos;
- pacotes de bexiga (balão);
- tecido pintura;
- tecido (bordado p/ vagonite e ponto cruz);
- T.N.T (cores variadas);
- agulha de costura (de mão);
- agulhas de crochê;
- linhas de costura diversas;
- 10 m corda;
- 06 cones grandes
- 01 rolo de barbante;
- bastões de cola quente;
- 01 extensão;
- 01 T (para tomada);
- colchonetes;
- cabos de vassoura;
- pregos (pequenos e médio);
- feltro (diversas cores);
- Obs.: Os materiais de consumo serão utilizados bimestralmente.
RECURSOS DIDÁTICOS
- fantoches, brinquedos de encaixes, dedoches, quadro valor lugar, álbum seriado, livro de pano, livros paradidáticos e didáticos, dicionário de libras, quebra-cabeça variados, - blocos de madeira, garrafas pet, caixas de leite, material dourado, alfabeto móvel, jogos de memória variados, revistas e jornais velhos, livros diversos, sucatas e outros, tudo o que for necessário para enriquecer o trabalho dentro da proposta curricular da escola, contemplando o cotidiano e as especificidades de cada aluno.
RECURSOS TECNOLÓGICOS
Cada vez mais a linguagem cultural inclui o uso de diversos recursos tecnológicos para produzir processos comunicativos, utilizando-se diferentes códigos de significação (novas maneiras de se expressar e se relacionar). Inúmeros meios audiovisuais e multimídia disponibilizam dados e informações, permitindo novas formas de comunicação, além dos meios gráficos. As tecnologias da comunicação possibilitam novas formas de ordenação da experiência humana, com grandes reflexos, principalmente na cognição e na atuação humana sobre o meio e sobre si mesmo.
É fundamental que a instituição escolar integre a cultura tecnológica extracurricular ao seu cotidiano, proporcionando aos alunos o desenvolvimento de habilidades para utilização dos novos instrumentos de aprendizagem. A televisão é um meio de comunicação que oferece grande variedade de informações utilizando basicamente imagens e sons, o que a faz não depender necessariamente da cultura letrada, que não pode ser desconsiderada pela instituição escolar. É um meio de transmissão de programas, algumas vezes com finalidades educacionais, dirigidos a professores e alunos.
Já o computador é uma ferramenta que possibilita o estabelecimento de novas relações para a construção do conhecimento e da comunicação. O computador permite criar ambientes de aprendizagem que fazem surgir novas formas de pensar e aprender e, principalmente, de se comunicar. Para que os alunos não sejam receptores passivos é necessário contextualizar essas programações, levando em consideração as necessidades, interesses e condições de aprendizagem dos alunos.
- diversos tipos alternativos de comunicação;
- vídeos diversos;
- DVDs;
- aparelho de som;
- caixa de som;
- microfone;
- computador;
- impressora;
- softwares educativos;
- data show;
- máquina fotográfica digital
DURAÇÃO DO PROJETO
A execução deste projeto se dará ao longo do ano letivo, com possibilidade de se estender por mais tempo de acordo com as necessidades do aluno, até que a aprendizagem atenda aos objetivos propostos.
Computador e Educação? Uma ótima combinação
Como diz o Professor José Armando Valente em seu texto: ...O computador é apenas e tão somente um meio onde desenvolvemos inteligência, flexibilidade, criatividade e inteligências mais críticas... Ainda: ... Podemos concluir que com o uso do computador, mesmo as tarefas mais simples, como desenhar na tela, escrever um texto, etc..., são suficientemente ricas e complexas, permitindo o desenvolvimento de uma série de habilidades que ajudam na solução de problemas, levando o aluno a aprender através de seus erros...
Para tal utilizareis programas que despertem o raciocínio lógico matemático, produção de textos, artes entre outros recursos que as mídias nos proporcionam.

PROJETO 2
ESCOLA ESTADUAL DONA BETI

PROJETO INFORMÁTICA COM ALUNOS DA SALA DE RECURSOS
PROFESSORA: Cristiane Meireles de Oliveira
PÚBLICO ALVO: Alunos da sala de recursos 
Introdução

As diversas utilidades da informática, sua importância e influência no desenvolvimento, na educação, terapia, comunicação, integração e socialização dos educando com necessidades especiais são de suma importância para o desenvolvimento dos educando nas aulas de informática.
O Projeto de Informática implantado nesta escola tem como objetivo utilizar a informática como um recurso pedagógico para auxiliar o processo educacional e conectar os educando com a rede mundial de computadores (internet), visando à inclusão social e digital dos mesmos e o aprendizado das ferramentas de informática para maior adaptação às tecnologias atuais
Objetivo Geral


O objetivo geral deste projeto é utilizar o ambiente computacional de aprendizagem para pesquisar o papel que o computador desempenha na avaliação e educação das pessoas com necessidades especiais, levando-se em conta os diferentes tipos de dificuldades que o aluno apresenta (problemas sensoriais, motores, cognitivos, neurológicos, lingüísticos, etc.).


Objetivo especifico:

O principal objetivo, defendido hoje, ao adaptar a Informática ao currículo escolar, está na utilização do computador como instrumento de apoio às matérias e aos conteúdos trabalhados.

A globalização impõe exigência de um conhecimento holístico da realidade. E quando colocar a Informática como disciplina, tanto de conteúdo como de prática para o educando. Segundo: GALLO- (1994) “A organização curricular das disciplinas coloca-as como realidades estanques, sem interconexão alguma, dificultando para desenvolver a compreensão do conhecimento como um todo integrado, a construção de um cosmo visão abrangente que lhes permita uma percepção totalizante da realidade.”

Dentro do contexto, qual seria a função da Informática? Não seria de promover a interdisciplinaridade ou, até mesmo, a transdisciplinaridade na escola.


Metodologia:

O uso da Internet na Escola Estadual Dona Beti está delimitado, em sua maioria na pesquisa de informação. As pessoas esquecem que o grande potencial da Internet é a comunicação. Entretanto,dentro de nossa visão de processo, isso é admissível. Em um primeiro momento, usamos a Internet como ferramentas sua característica mais marcante que é o acesso à informação.
Após um processo de maturação, percebemos que a Internet é mais que isso: passamos a usá-la como uma rede comunicação. Passamos a participar de projetos e eventos colaborativos mundiais, a participar de Listas de Discussão no qual debatemos e trocamos experiências ela usá-la com ferramenta de expressão política e social.


Conclusão:

A Informática educacional como pode notar, deve fazer parte do projeto político pedagógico da escola, projeto esse que define todas as pretensões da escola em sua proposta educacional.

"A importância que assumem essas tecnologias no âmbito da Educação Especial já vem sendo destacada como a parte da educação que mais está e estará sendo afetada pelos avanços e aplicações que vêm ocorrendo nessa área para atender necessidades específicas, face ás limitações de pessoas no âmbito mental, físico - sensorial e motoras com repercussão nas dimensões sócio- afetivas." (Doc. do PROINESP, 2000).

No nosso trabalho educacional, portanto, utilizamos adaptações com a finalidade de possibilitar a interação, no computador, de alunos com diferentes níveis de comprometimento motor e/ou de comunicação e linguagem, em processos de ensino-aprendizagem.


Resumo:

Muito se têm discutido sobre a união os recursos tecnológicos e a educação, na formação dos alunos, devido à expansão dos computadores e de seu uso. No entanto, não adianta tornar disponível toda essa tecnologia sem liberar a criatividade do traço e o desenvolvimento do saber artístico, mostrando a transição do papel para a tela do computador.


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