PROJETOS

"PROJETO DE LEITURA -CULTIVANDO LEITORES"
Professora : Cristiane Meireles de Oliveira  
Público Alvo: alunos das séries finais      Período: Durante todo o ano letivo
APRESENTAÇÃO

            O mundo está carente de cuidados e precisa da ajuda de todos nós. E qual é uma das áreas importantes para preservar e cultivar? Sem dúvida, o hábito da leitura.
            É importante que as sementes sejam muito bem cuidadas e selecionadas.
Não se forma bons leitores s eles não têm um contato íntimo com textos. Há inúmeras maneiras de fazer isso. O importante é que o material escrito apresentado às crianças sem interessante e que desperte a curiosidade deles.
As disposições favoráveis à leitura manifestam-se adesão a práticas sociais próprias do universo da cultura escrita. Inserir-se nessas práticas sociais implica comportamentos, procedimentos e destrezas típicas de quem vive no mundo da leitura, partindo desses pressupostos que, os professores das séries iniciais da Escola Estadual Professora Dôra Barbosa juntamente a supervisão pedagógica percebendo a necessidade de “cultivar” o hábito de leitura entre os alunos apontaram como ação de intervenção do dia-a-dia o  trabalho sistemático com o ato de ler.
Atitudes como gostar de ler, interessar-se pela leitura e pelos livros são construídas para algumas pessoas no espaço familiar e em outras esferas de convivências em que a escrita circula. Mas, pra outros, é, sobretudo na escola que o gosto pode e deve ser incentivado. Para isso é importante que a criança, perceba a leitura como ato prazeroso e necessário tendo os adultos como modelo.
Neste projeto pretende-se resgatar o ato de ler daqueles envolvidos na construção do conhecimento escolar; professor, alunos, pais e equipe pedagógica, pois só com esse compromisso é que se chegará aos êxitos almejados.
Percebe-se que se trata de uma posição desafiadora, morosa e trabalhosa, uma vez que concorremos com meios de comunicação de alta tecnologia, atração e sedução. Lançar mão desses recursos poderá ser uma ferramenta aliada à construção do ato de ler.

OBJETIVO GERAL
J  Disponibilizar a cultura escrita de maneira atrativa construtiva para estimular o desenvolvimento do gosto e do hábito de ler;
J  Apropriar do ato de ler para construção da escrita;
J  Reconhecer o valor da língua falada e escrita como meio de informação e transmissão de culturas.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
J  Conhecer e apreciar várias histórias e textos de diversos autores nacionais e internacionais;
J  Promover momentos de leitura diariamente;
J  Apropriar do hábito de ler na construção da escrita em sala de aula;
J  Valorizar a leitura como fonte de fruição, estética e entretenimento;

METODOLOGIA
J  Aula expositiva dialogada e interativa;
J  Roda de leitura;
J  Dramatização;
J  Contação de histórias;
J  Empréstimo de livros;
J  Leitura oral e silenciosa pela professora e pelos alunos;
J  Histórias audiovisuais.
J  Escrita de fichas;
J  Produção de textos a partir da história explorada.

CRONOGRAMA

PERÍODO
ATIVIDADE
RESPONSÁVEL
MOMENTO
1
DIARIAMENTE
LEITURA DELEITE
PROFESSORA REGENTE
INÍCIO DA AULA
2
DIARIAMENTE
INTERVENÇÃO NA LEITURA
PROFESSORA EVENTUAL
APÓS O RECREIO
3
DIAS ALTERNADOS
EMPRÉSTIMO DE LIVROS
SUPERVISÃO E PROFª EVENTUAL
DURANTE A AULA
4
QUINZENAL/SEXTAS-  FEIRAS
CONTAÇÃO DE HISTÓRIA
PROFESSORAS/ SUPERVISÃO
APÓS RECREIO
5
QUINZENAL
HISTÓRIA AUDIVISUAL/ ESCRITA
SUPERVISÃO PEDAGÓGICA
INÍCIO DA AULA
6
ABRIL
APRESENTAÇÃO DO PROJETO AOS PAIS
PROFESSORAS/SUPERVISÃO
REUNIÃO DE PAIS
7
MAIO/ DIARIAMENTE
HISTÓRIA NOVELA
PROFESSORA REGENTE
TÉRMINO DA AULA
8
JUNHO/ SEMANAL
VISITA A BIBLIOTECA
PROFESSORA REGENTE/ SUPERVISÃO
INÍCIO DA AULA
9
JULHO/ DIARIAMENTE
LEITURA COLETIVA
PROFESSORA REGENTE/ALUNOS
INÍCIO DA AULA
10
AGOSTO A NOVEMBRO
MALA VIAJANTE
PROFESSORA/ PAIS/ALUNOS
DURANTE A AULA
11
DEZEMBRO
CULMINÂNCIA
PROFESSORAS/ SUPERVISÃO/ PEUB/ ALUNOS/ PAIS
REUNIÃO DE PAIS

PROCEDIMENTOS

1.      Leitura deleite: o texto deve ser escolhido e preparado anteriormente. Pois trata-se de uma leitura prazerosa, então deve ser divertida e de fácil entendimento pelas crianças.
2.      Intervenção na Leitura: momento em que a Professora Eventual terá com os alunos que estão com dificuldades na leitura. Propondo textos simples para memorização dos sons das sílabas e textos maiores para os eu precisam adquirir fluência na leitura. Acontecerá todos os dias individualmente após o recreio, o aluno levará  o texto para casa para fixação da leitura.
3.      Empréstimos de Livros: Os livros deverão ser expostos para que as crianças possam escolher de acordo a sua preferência. O professor responsável deverá sugerir algumas histórias para as crianças que apresentam dúvidas e que não tem hábito de leitura. Os empréstimos acontecerão em dias alternados de acordo disponibilidade das professoras responsáveis.
4.      Contação de Histórias: Preparada com antecedência, a contação deve ser prazerosa e envolvente, com cantigas, movimentos e adereços.
5.      História audiovisual: Organizar as histórias e passar na TV ou data show. Para os alunos do 1º ano histórias mais curtas como fábulas e para os alunos do 2º ano histórias maiores como contos. Após apreciação do filme realizar atividade escrita realizada pela supervisão escolar.
6.      Apresentação do Projeto: Na reunião de pais cada professora deverá apresentar o projeto aos pais expondo a importância e objetivos, bem como a participação de todos. Neste dia é interessante que se conte uma história aos pais e entregue lembrancinhas referentes a história contada.
7.      História novela:  A partir de uma história maior divide-se capítulos que deverão ser contados com suspense todos os dias para os alunos, ou histórias auditivas.
8.      Visita a biblioteca da escola: Combinar com a bibliotecária da escola um momento de literatura na própria biblioteca da escola, para que os mesmos possam conhecer e desfrutar desse espaço tão importante da escola.
9.      Leitura coletiva: Ao receber os alunos todos devem se concentrar no pátio para audição de um texto feito pelos colegas no microfone.
10. Mala viajante: 1º  A professora apresenta o escritor a ser trabalhado naquele momento através de suas obras e biografia, em seguida conta-se uma história, explora e entrega um mimo que deve ser colado no caderno de leitura, após sorteia uma criança ser a próxima a conhecer outra obra do escritor, que leva o livro para casa para deleite com a família e retornar-se uma semana depois para a contação. Cada criança deverá trazer um mimo para seus colegas e professoras. A família que quiser pode participar desse momento na escola junto a criança.
11. Culminâcia : em aberto

AVALIAÇÃO

J  Observação do desempenho dos alunos em todo processo de leitura, inferência, interpretação e escrita;
J  Participação dos pais, alunos e professoras;


SUGESTÕES DE LEITURA:

J  Fábulas de Esopo
J  Fábulas de Monteiro Lobato
J  Fábulas populares
J  Pequenos contos populares
J  Autores:
1.      Ziraldo: Menino Maluquinho, O menino Marrom, Os dez amigos, Flicts, Juvenal
2.      Sylvia Orthof: Maria vai com as outras, Se as coisas fossem mães, Chora não! O sapato que miava.
3.      Ruth Rocha: Marcelo, Martelo, Marmelo; O reizinho mandão; A rua do Marcelo; A família do Marcelo; Quem tem medo do quê?
4.      Ana Maria achado: Menina Bonita do laço de fita; O menino Pedro e o seu boi voador; Dona Baratinha; Beijos mágicos; Beto, o carneiro; Palavras, palavrinhas, palavrões;
5.      Eva Furnari: Nós; Você troca; Não confunda Amigos do peito; Filó e Marieta; Bilico.
6.      Eliás José: Caixa mágica de surpresa; O amigão de todo mundo; Gente e mais gente; Bolo pra festa no céu
7.      Monteiro Lobato: Caçada de Pedrinho; Reinações de Narizinho; Memórias da Emília; histórias das invenções
8.      Enric Larreula: Todas as aventuras da Bruxa Onilda

J  Livros:
1.      A casa sonolenta;
2.      Marley
3.      Lila, e o segredo da chuva;
4.      Minha casa azul;
5.      Fugindo das garras do gato;
6.      Rápido como gafanhoto;
7.      Confusão no jardim;
8.      Bruxinha e Frederico;
9.      Que horas são;
10. Bom dia todas as cores;
11.  O menino que aprendeu a ver;
12. Toca de gente, casa de bicho;
13. Trava-língua, quebra queixo, rema-rema, remelexo;
14. A noite assombrada;
15. Falando pelos cotovelos;
16.  O valor de cada um;
17. Quase de verdade;
18. A margarida friorenta


“Nada lhe posso dar que não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isso é tudo.”

HERMANN HESSE
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"Projeto de prevenção ao uso abusivo de drogas"

Organização e Coordenação:Professora: Cristiane Meireles de Oliveira
POPULAÇÃO A SER TRABALHADA:Toda a comunidade escolar e a sociedade municipal de modo geral.

INTRODUÇÃO:
O uso de drogas é um fenômeno sociocultural complexo, o que significa dizer que sua presença em nossa sociedade não é simples.Não só existem variados tipos de drogas, mas também são diferentes os efeitos por elas produzidos e a adolescência - período marcado por mudanças e curiosidades sobre um mundo que existe além da família - representa um momento especial no qual a droga exerce forte atrativo.
Faz-se necessário portanto, uma educação preventiva e a conscientização de todos: alunos, pais professores, enfim, toda a comunidade sobre os efeitos e conseqüências maléficas causadas por essas substâncias à vida humana em todos os seus aspectos físico, psíquico e social.
O desafio deste projeto é a luta pela valorização da vida como um bem social a serviço da construção de uma sociedade mais digna e fraterna.
JUSTIFICATIVA:
O projeto surgiu da necessidade de se falar abertamente sobre as drogas e de trocar e adquirir informações sobre o assunto.Engana-se quem acha que adolescentes aparentemente sem problemas nunca experimentaram drogas. Por isso é importante informar o aluno sobre os malefícios do vício. Essa noção foi a matriz do Projeto "Diga Sim à vida", que está sendo desenvolvido pelo Colégio. Para a psicóloga Roberta Domingues - que respondeu às questões dos estudantes por meio de bate-papo na internet -, é muito comum o jovem ter contato com algum tipo de droga. "Mas há uma grande diferença entre o ato de experimentar e a necessidade de continuar", diz a especialista em adolescentes. Ela atribui a curiosidade dos jovens às próprias características dessa fase da vida. "A adolescência é um momento em que a pessoa enfrenta limitações e frustrações. A droga funciona como uma fuga de tudo isso." Falar sobre drogas, porém, não basta. Segundo Roberta, dependendo da forma como o assunto é tratado, pode até estimular a curiosidade pelo uso. "É preciso mostrar que a droga é algo que vai estragar o corpo."A ação preventiva tem também como justificativa o diagnóstico da situação de risco da comunidade, que mostra um percentual elevado de pessoas envolvidas com o uso do álcool, tabaco, bem como diversas drogas ilícitas como maconha, cocaína e outras mais.
OBJETIVOS:
  • Sensibilizar os professores para a abordagem da questão.
  • Facilitar às famílias a conversação com as crianças e com os jovens.
  • Desenvolver a espontaneidade e a auto-estima dos alunos para facilitar a comunicação com os pais, não só de modo geral, mas em especial sobre a questão das drogas.
  • Mobilização da opinião pública escolar, mediante campanhas de alerta.
  • Tratar a difusão dos conhecimentos sobre drogas.
    ATITUDES POSITIVAS NA PREVENÇÃO AO USO INDEVIDO DE DROGAS:

  • Observar como a educação, no tocante ao uso de drogas, pode acompanhar a vida toda, pois até entre os idosos estão crescendo os problemas a ele associados, notadamente, em relação ao álcool e a certos medicamentos.
INTERVENÇÃO JUNTO AOS PROFESSORES E DEMAIS INTEGRANTES DA COMUNIDADE ESCOLAR:
  • Sensibilizar o grupo sobre a questão das drogas em sua vida, na sala de aula, na escola e arredores.
  • Ajudar o grupo a repensar sua atitude diante da questão das drogas.
  • Conscientizá-los de que o fumo e a bebida alcoólica constituem drogas perigosas e o professor é sempre um exemplo para os alunos.
  • Facilitar a percepção do grupo acerca de mitos e preconceitos na questão das drogas.
    Sensibilizá-los para a participação direta nas atividades de prevenção ao uso indevido de drogas.

PARTICIPAÇÃO:
  • Todo o corpo docente e comunidade escolar.
  • Pessoas da comunidade interessadas em atuar e professores de outras áreas que desejarem participar .
ÁREAS ENVOLVIDAS:
Língua Portuguesa, Ciências Biológicas, Geografia, História, Química, Educação Artística e Informática.
ESTRATÉGIAS:
  • As classes envolvidas trabalharão individualmente e em grupos para pesquisas e debates.
    Utilização intensiva do Laboratório de Informática para a execução de cartazes, murais e pesquisas.

  • Utilização de filmes, vídeos e outros recursos tecnológicos como a Internet para promover através de pesquisa, a orientação, a prevenção e a conscientização contra o uso abusivo de drogas.
  • Os alunos usarão a Internet para comentar e conversar sobre suas descobertas com especialistas no assunto.
DESENVOLVIMENTO:
1ª ETAPA:Pesquisas de campo.
PERÍODO:1º BIMESTRE
ATIVIDADES:
1. Entrevistas:
¨ Delegacia (Sargento da Polícia Militar)
¨ Membros do Conselho Tutelar.

2. Questionários
3. Observações
4. Conversas informais
5. Leitura de documentos já existentes
6. Debates em sala de aula.
7. Pesquisas

OBJETIVOS:
  • ¨ Diagnosticar o índice de pessoas - jovens e adultos - envolvidas com drogas.
  • Conhecer a situação real, as dificuldades e os recursos disponíveis.
PARTICIPANTES: Alunos e professores.
2ª ETAPA: Contato com pessoas diretamente ligadas à área a ser trabalhada.
- médicos, psiquiatras, psicólogos, ex-viciados em drogas etc.

OBJETIVO:
  • ¨ Convidar estes profissionais para discussões e palestras.
    PARTICIPANTES: Alunos, professores e familiares dos alunos.
PERÍODO: do 2º ao 4º bimestre
ATIVIDADES:
1. Pesquisas
2. Relatórios
3. Confecção de murais com base nas pesquisas feitas, contendo informações sobre os diversos tipos de drogas, seus efeitos e conseqüências maléficas à vida.
4. Palestras com questionamentos com profissionais e ex-viciados.
5. Criação e apresentação de peças teatrais.
6. Cinema - Filmes que abordem o narcotráfico - O tráfico de drogas -Filme “ Escritores da Liberdade”
7. Vídeos
8. Entrevistas com ex-viciados.
9. Depoimentos de ex-viciados.
OBJETIVO:
A prevenção e a conscientização.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:
¨ Filmes para máquinas fotográficas.
¨ Microfone.
¨ Videocassete.
¨ Tinta para impressora.
¨ Papel, cartolina, tesoura, fita crepe cola, hidrocor 
¨ Gravador
¨ Disquetes
¨ Retroprojetor

RECURSOS HUMANOS:
¨ Psicólogos
¨ Médicos
¨ Membros da PM e do Conselho Tutelar.
¨ Ex-viciados
¨ Familiares dos alunos
¨ Professores

APOIO E ORIENTAÇÃO:
Secretaria de saúde - 
CRAS -

CRONOGRAMA:
¨ Fevereiro e março: Início do Projeto
¨ Primeira apresentação de atividades: no Dia Nacional da Família na Escola.
¨ As ações serão contínuas durante todo o ano letivo e deverão ser repetidas a cada ano.

TRABALHOS EM GRUPO:
  • Após cada atividade, acontecerão trabalhos em grupos como discussões e elaboração de relatório sobre o tema específico.
CULMINÂNCIA:
  • Diversos trabalhos podem encerrar cada atividade, como teatros (fundamentados nas pesquisas feitas); músicas, confecção de murais... Esta escolha ficará a critério de cada grupo e realizadas na própria escola (refeitório, pátio) ou no Centro Cultural do município de Paty do Alferes.
AVALIAÇÃO:
  • A avaliação deverá acontecer durante todo o processo de realização do projeto, através da observação dos professores baseada em critérios pré-estabelecidos.
    Durante o desenvolvimento dos trabalhos é importante que o professor esteja presente para interagir com o processo de trabalho dos alunos, diagnosticando diferenças e conquistas, proporcionando uma análise das etapas do projeto.Os professores deverão encorajar os participantes do projeto a dizerem "NÃO" a qualquer espécie de droga.Na conclusão final o professor deverá propor uma avaliação geral de todo o processo.
RESULTADOS ESPERADOS:
Com este projeto, esperamos que as pessoas se tornem mais conscientes sobre os malefícios causados pelo abuso de drogas à vida humana e que devem sim, buscar sempre formas de melhorar a sua qualidade de vida, agindo com responsabilidade, preservando a nossa maior fonte de felicidade e realização: a saúde.
"Dizer SIM à vida significa estar receptivo a tudo o que o mundo nos proporciona de bom e prazeroso, ser capaz de vencer as pressões negativas da massificação, do consumismo, da corrupção e da violência."
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Projeto de Musicalização " Socialização e Desenvolvimento de Habilidades Através da Musicalização com alunos Autistas"

PROFESSORA - Cristiane Meireles de Oliveira

 Qual a importância de trabalhar com musicalização?

     Musicalizar é tornar a pessoa receptiva e sensível à música. As aulas de musicalização têm um formato e objetivos bem diferentes das aulas de música que visam à formação de músicos. Através da musicalização podemos:
  •       Desenvolver a criatividade, a autoestima e a capacidade de expressão por meio da    linguagem musical;
  •       Promover o contato com o mundo sonoro e a percepção rítmica por meio da linguagem musical;
  •       Promover a participação dos alunos como ouvintes e intérpretes;
  •       Favorecer a integração social, despertar e desenvolver o trabalho em equipe, o desembaraço e a autoconfiança;
  •       Trabalhar a concentração, memorização, consciência corporal e coordenação motora;
  •       Estimular o desenvolvimento intelectual, auditivo e sensorial.






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 PROJETO: ARTES 
JUSTIFICATIVA
 Acredita-se na ideia de que produzindo arte também se aprende, pois as artes visuais são linguagens e, portanto, uma das formas importantes de expressão e comunicação humanas.Partindo deste principio pretende-se por meio deste projeto, criar ambiente artístico que permitem aos alunos a viajar através da imaginação, proporcionando aprendizagem com prazer e animação.

OBJETIVO GERAL
  • Desenvolver um trabalho com a linguagem artística, que leve a criança a compreender a importância de uma alimentação saudável, favorecendo a interação com o mundo e a criatividade através de atividades artísticas.
 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
  • Trabalhar a leitura de imagens;
  • Ampliar o conhecimento de mundo que possuem através do trabalho com artes
  • Conscientizar os alunos sobre a importância de uma alimentação saudável através dos trabalhos artísticos;
  • Propor trabalhos artísticos para que as crianças adquiram habilidades e soluções próprias através do desenho da pintura e da colagem.
RESULTADOS ESPERADOS

 Espera-se que, os alunos percebam a importância de uma alimentação saudável, e que as crianças se expressem livremente, desenvolvendo assim sua capacidade criadora, aumentando sua sensibilidade, de forma lúdica, respeitando e valorizando o trabalho de seus colegas, criando oportunidade de uma interação pessoal e amigável.

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PROJETO ARGILA NA ESCOLA 
PROFESSORA DA SALA DE RECURSOS:  CRISTIANE MEIRELES DE OLIVEIRA
ARTESÃS:IDAÉLIA,MARIA E MARLI

Objetivos

  • Conhecer técnicas para o trabalho com argila.
  • Elaborar uma escultura.
  • Proporcionar ao aluno o prazer e a satisfação de confeccionar artes manuais;
  • Estimular a concentração, atenção,paciência e principalmente a coordenação motora.







O uso da argila como material nas aulas  da Sala de Recursos Multinfuncionais  é sempre recomendado, mas é preciso conhecer bem esse material para poder orientar seu uso. Por isso foi elaborado o Projeto Argila na Escola, contando com a parceria das Artesãs Idaélia,Maria e Marli que faz parte da Associação dos Artesãos de Taiobeiras/MG.Para as crianças, pode não ser uma modelagem tão fácil como a feita com massa de modelar, mas pode render trabalhos duradouros. Além disso, é muito importante o trabalho com materiais naturais.





Material

Para a atividade:
  • argila
  • tinta guache ou plástica (diversas cores)
  • pincéis
  • barbante
  • palitos de soverte
  • plástico ou jornal para forrar a mesa
  • pote com água

Estratégia

Leitura e interpretação dos textos para que os alunos conheçam as características de uma escultura.
Proposta do trabalho com argila, explicando seu uso. Uma sugestão é estipular um tema para que a sala produza objetos que se relacionem com o tema proposto.

Atividade

A execução da escultura deve seguir os seguintes passos:
1. Forre a mesa.
2. Mantenha a argila dentro do plástico, retirando, aos poucos, pedaços para a modelagem.
3. Mexa livremente com a argila. Oriente os alunos para que sintam sua consistência e pensem nas possibilidades que ela pode oferecer.
4. Comece a modelar, se necessário, umedeça a mão.
5. Deixe secar a sombra.
6. Pinte.

Observações

  • Conheça e leve para a sala de aula tipos diferentes de argila.
  • Se você comprar pacotes grandes de argila, poderá cortá-la em pedaços com o auxílio de um barbante.
  • A Argila deve estar sempre úmida para ser modelada.
  • Se a argila estiver molhada ou mole demais, sem plasticidade (que não quer se soltar das mãos), deve-se pegar um pouco dela e bater com um pedaço de madeira ou qualquer superfície que possa ser molhada, mudando os lados, até sair o excesso de água.
  • As sobras de argila devem ser guardadas em plástico bem fechado e em lugar fresco.
  • A pintura deve ser feita sobre a peça bem seca. 
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ALUNOS DA SALA DE RECURSOS DA ESCOLA ESTADUAL DONA BETI 



























ALUNOS DA SALA DE RECURSOS ESCOLA ESTADUAL DONA PRETA



































PROJETO CEMIG NA ESCOLA

O Programa Energia Inteligente inicia um novo ciclo do Projeto Cemig nas Escolas – Procel. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Educação a Cemig e a Escola Estadual Dona Beti. 
O objetivo é estimular condutas de uso responsável dos recursos naturais, incentivando novos comportamentos - seja no âmbito individual, seja no âmbito coletivo - e desenvolver, nos espaços das comunidades escolares, ações visando ao uso eficiente da energia elétrica, contribuindo para a excelência do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica.












PROJETO 1
“APRENDENDO COM AS DIFERENÇAS”
SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO

Professora: Cristiane Meireles de Oliveira
Escola Estadual Dona Beti
Taiobeiras/ MG

JUSTIFICATIVA
A iniciativa da proposta deste projeto está embasada segundo a nota técnica SEESP/GAB/Nº 11/2010 do Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial e Esplanada dos Ministérios, que se trata das Orientações para a institucionalização da Oferta do Atendimento Educacional Especializado – AEE em Salas de Recursos Multifuncionais, implantadas nas escolas regulares.
A educação inclusiva, fundamentada em princípios filosóficos, políticos e legais dos direitos humanos, compreende a mudança de concepção pedagógica, de formação docente e de gestão educacional para a efetivação do direito de todos à educação, transformando as estruturas educacionais que reforçam a oposição entre o ensino comum e especial e a organização de espaços segregados para alunos público alvo da educação especial.
Nesse contexto, o desenvolvimento inclusivo das escolas assume a centralidade das políticas públicas para assegurar as condições de acesso, participação e aprendizagem de todos os alunos nas escolas regulares, em igualdade de condições.
Na perspectiva da educação inclusiva, a educação especial é definida como uma modalidade de ensino transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, que disponibiliza recursos e serviços e realiza o atendimento educacional especializado – AEE de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos público alvo da educação especial.
O Decreto nº 6.571/2008 dispõe sobre o atendimento educacional especializado, definido no §1º do art.1º, como o conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente e prestados de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos no ensino regular. No §2º do art.1º, determina que o AEE integra a proposta pedagógica da escola, envolvendo a participação da família e a articulação com as demais políticas públicas.
Dentre as ações de apoio técnico e financeiro do Ministério da Educação previstas nesse Decreto, destaca-se, no art.3º, a implantação de salas de recursos multifuncionais, definidas como “ambientes dotados de equipamentos, mobiliários e materiais didáticos para a oferta do atendimento educacional especializado”.
Para a implementação do Decreto nº 6.571/2008, a Resolução CNE/CEB nº 4/2009, no art. 1º, estabelece que os sistemas de ensino devem matricular os alunos, público alvo da educação especial nas classes comuns do ensino regular e no atendimento educacional especializado, ofertado em salas de recursos multifuncionais ou centros de atendimento educacional especializado da rede pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos; e no seu art.4º define o público alvo do AEE como:
I – Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial; II – Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Ret, transtorno desintegrativo da infância (psicoses) e transtornos invasivos sem outra especificação; III – Alunos com altas habilidades/superdotação: aqueles que apresentam um potencial elevado e grande envolvimento com as áreas de conhecimento humano, isoladas ou combinadas: intelectual, liderança, psicomotora, artes e criatividade.
Para a Escola Estadual Norberto Schwantes em Terra Nova do Norte-MT, Educar é ir além do convencional, ter coragem de ousar. Mudar é compromisso de cada um de nós, e mudar o que aí está posto necessita coragem para ousar e é nesta visão que a escola se propõe ao atendimento do aluno:
a) Atividades e recursos pedagógicos e de acessibilidade, prestados de forma complementar à formação dos alunos público alvo da educação especial, matriculados no ensino regular;
b) Articulação e interface entre os professores das salas de recursos multifuncionais e os demais professores das classes comuns de ensino regular;
c) Plano de AEE: identificação das habilidades e necessidades educacionais específicas do aluno; planejamento das atividades a serem realizada avaliação do desenvolvimento e acompanhamento dos alunos; oferta de forma individual ou em pequenos grupos; periodicidade e carga horária; e outras informações da organização do atendimento conforme as necessidades de cada aluno;
d) Existência de espaço físico adequado para a sala de recursos multifuncionais; de mobiliários, equipamentos, materiais didático-pedagógicos e outros recursos específicos para o AEE, atendendo as condições de acessibilidade;
Os projetos que serão desenvolvidos no decorrer do ano letivo, na Sala de Recurso Multifuncional, visão atender o aluno de uma forma abrangente na linguagem oral e escrita, coordenação motora, conhecimento corporal e lateralidade, orientação espaço-temporal, habilidades psicomotoras (no processo de alfabetização), conhecimento lógico-matemático, conhecimento de mundo, percepção, expressão Musical e dramatização.
OBJETIVO GERAL
· Desenvolver estímulos indispensáveis ao pleno desenvolvimento afetivo, cognitivo e social da criança, criando para isto situações adequadas ao seu desenvolvimento, socialização e diminuir os efeitos de problemas decorrentes do meio e demais estímulos referentes à aprendizagem.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
· Identificar dificuldade que induzem o aluno a conceitos diferenciados dos almejados em relação a determinados conteúdos.
· Introduzir o educando no mundo do pensamento mais ativo e organizado, através do trabalho individualizado, o uso de material de manipulação, tecnologia e a observação.
· Proporcionar estímulos que garanta a criança o desenvolvimento máximo de suas potencialidades.
METODOLOGIA
A Sala de Recursos multifuncional tem a função de estimular a aprendizagem, desenvolvendo atividades de linguagem oral, afetiva e escrita, através do uso de material de manipulação, sempre que possível, para facilitar a formação de conceitos abstratos, atividades lúdicas, brinquedos cantados e outros, pois quanto mais a criança age, mais desenvolve as estruturas que lhe permite significado ao seu comportamento e as coisas.
Nas estratégias a serem trabalhadas prevê-se o trabalho com aula de campo, DVDs, programas de computador, pesquisas digitação, jogos didáticos, carimbos, leituras diversas: individualizada, silenciosa, de figuras, de imagens (vídeo, DVDs, TV), trabalho envolvendo rótulos e outros recursos disponíveis nesta unidade escolar
A metodologia será aplicada de acordo com a grade curricular do ensino regular fazendo intervenções de acordo com a limitação de cada aluno. Como estratégia principal será observado a potencialidade de cada aluno. Usaremos os recursos didáticos e pedagógicos existentes na escola além de visitas planejadas aos órgãos públicos, favorecendo ao aluno a formação de conceitos resultando na aprendizagem.
O atendimento do aluno acontecerá no contra turno de acordo com a necessidade de cada um ou o mesmo será durante o período de aula, quando o aluno apresentar dificuldade de estar na escola, devido à distância do colégio e o uso do transporte escolar.
O Plano de AEE (EM CONSTRUÇÃO)
Objetivos Previstos: (EM CONSTRUÇÃO)
Superação das dificuldades motoras, de evolução conceitual, de atenção e de concentração.
Atividades do Plano (EM CONSTRUÇÃO)
Para o desenvolvimento da capacidade grafomotora e da motricidade ampla: atividades de desenho, pintura e o uso de diferentes instrumentos como suporte para sua expressão gráfica, como, por exemplo, o computador; uso de massa de modelar; a construção de maquetes; dentre outras atividades. Deslocamentos em ambientes abertos através da expressão corporal com o uso de variados recursos, tais como bolas, arcos, dentre outros.
Para desenvolvimento de conceitos, desenhar, jogo simbólico, dramatização, pintura, música, jogo da memória, associação de imagens e palavras, contato com variados gêneros textuais. Todas as atividades devem ser contextualizadas e significativas para a criança e devem ser realizadas em situações lúdicas.
Atenção e concentração
Jogos educativos diversos.
Oralidade
Relatos orais, registro oral de passeios, visitas, atividades de dramatização e brincadeiras livres que permitam ao aluno exercitar sua capacidade criativa e de expressão verbal. Interlocução entre a professora do AEE e a da sala de aula do ensino comum Visa a conhecer os efeitos do plano de EE no comportamento do aluno em sala de aula.
MATERIAIS DIDÁTICOS
- lupas;
- bolas diversas;
- 02 bolas de Pilates;
- bambolês,
- caixas de giz de cera;
- tesouras (grandes);
- cola tenaz;
- caixas de massa de modelar;
- ábacos;
- E.V.A de cores variadas (03 de cada cor);
-caixas de tinta guache,
- canetas marcar CD azul e preta)
- pincéis (espessuras variadas);
- rolo de papel bobina;
- resma de papel sulfite;
- cadernos pequenos (alunos do matutino e vespertino);
- papel crepom de cores variadas;
- papel camurça de cores variadas;
- papel para dobradura;
- papel cartão;
- caixas de palito de dente;
-maços de fósforo;
- pacotes de canudinhos;
- pacotes de bexiga (balão);
- tecido pintura;
- tecido (bordado p/ vagonite e ponto cruz);
- T.N.T (cores variadas);
- agulha de costura (de mão);
- agulhas de crochê;
- linhas de costura diversas;
- 10 m corda;
- 06 cones grandes
- 01 rolo de barbante;
- bastões de cola quente;
- 01 extensão;
- 01 T (para tomada);
- colchonetes;
- cabos de vassoura;
- pregos (pequenos e médio);
- feltro (diversas cores);
- Obs.: Os materiais de consumo serão utilizados bimestralmente.
RECURSOS DIDÁTICOS
- fantoches, brinquedos de encaixes, dedoches, quadro valor lugar, álbum seriado, livro de pano, livros paradidáticos e didáticos, dicionário de libras, quebra-cabeça variados, - blocos de madeira, garrafas pet, caixas de leite, material dourado, alfabeto móvel, jogos de memória variados, revistas e jornais velhos, livros diversos, sucatas e outros, tudo o que for necessário para enriquecer o trabalho dentro da proposta curricular da escola, contemplando o cotidiano e as especificidades de cada aluno.
RECURSOS TECNOLÓGICOS
Cada vez mais a linguagem cultural inclui o uso de diversos recursos tecnológicos para produzir processos comunicativos, utilizando-se diferentes códigos de significação (novas maneiras de se expressar e se relacionar). Inúmeros meios audiovisuais e multimídia disponibilizam dados e informações, permitindo novas formas de comunicação, além dos meios gráficos. As tecnologias da comunicação possibilitam novas formas de ordenação da experiência humana, com grandes reflexos, principalmente na cognição e na atuação humana sobre o meio e sobre si mesmo.
É fundamental que a instituição escolar integre a cultura tecnológica extracurricular ao seu cotidiano, proporcionando aos alunos o desenvolvimento de habilidades para utilização dos novos instrumentos de aprendizagem. A televisão é um meio de comunicação que oferece grande variedade de informações utilizando basicamente imagens e sons, o que a faz não depender necessariamente da cultura letrada, que não pode ser desconsiderada pela instituição escolar. É um meio de transmissão de programas, algumas vezes com finalidades educacionais, dirigidos a professores e alunos.
Já o computador é uma ferramenta que possibilita o estabelecimento de novas relações para a construção do conhecimento e da comunicação. O computador permite criar ambientes de aprendizagem que fazem surgir novas formas de pensar e aprender e, principalmente, de se comunicar. Para que os alunos não sejam receptores passivos é necessário contextualizar essas programações, levando em consideração as necessidades, interesses e condições de aprendizagem dos alunos.
- diversos tipos alternativos de comunicação;
- vídeos diversos;
- DVDs;
- aparelho de som;
- caixa de som;
- microfone;
- computador;
- impressora;
- softwares educativos;
- data show;
- máquina fotográfica digital
DURAÇÃO DO PROJETO
A execução deste projeto se dará ao longo do ano letivo, com possibilidade de se estender por mais tempo de acordo com as necessidades do aluno, até que a aprendizagem atenda aos objetivos propostos.
Computador e Educação? Uma ótima combinação
Como diz o Professor José Armando Valente em seu texto: ...O computador é apenas e tão somente um meio onde desenvolvemos inteligência, flexibilidade, criatividade e inteligências mais críticas... Ainda: ... Podemos concluir que com o uso do computador, mesmo as tarefas mais simples, como desenhar na tela, escrever um texto, etc..., são suficientemente ricas e complexas, permitindo o desenvolvimento de uma série de habilidades que ajudam na solução de problemas, levando o aluno a aprender através de seus erros...
Para tal utilizareis programas que despertem o raciocínio lógico matemático, produção de textos, artes entre outros recursos que as mídias nos proporcionam.

PROJETO 2
ESCOLA ESTADUAL DONA BETI

PROJETO INFORMÁTICA COM ALUNOS DA SALA DE RECURSOS
PROFESSORA: Cristiane Meireles de Oliveira
PÚBLICO ALVO: Alunos da sala de recursos 
Introdução

As diversas utilidades da informática, sua importância e influência no desenvolvimento, na educação, terapia, comunicação, integração e socialização dos educando com necessidades especiais são de suma importância para o desenvolvimento dos educando nas aulas de informática.
O Projeto de Informática implantado nesta escola tem como objetivo utilizar a informática como um recurso pedagógico para auxiliar o processo educacional e conectar os educando com a rede mundial de computadores (internet), visando à inclusão social e digital dos mesmos e o aprendizado das ferramentas de informática para maior adaptação às tecnologias atuais
Objetivo Geral


O objetivo geral deste projeto é utilizar o ambiente computacional de aprendizagem para pesquisar o papel que o computador desempenha na avaliação e educação das pessoas com necessidades especiais, levando-se em conta os diferentes tipos de dificuldades que o aluno apresenta (problemas sensoriais, motores, cognitivos, neurológicos, lingüísticos, etc.).


Objetivo especifico:

O principal objetivo, defendido hoje, ao adaptar a Informática ao currículo escolar, está na utilização do computador como instrumento de apoio às matérias e aos conteúdos trabalhados.

A globalização impõe exigência de um conhecimento holístico da realidade. E quando colocar a Informática como disciplina, tanto de conteúdo como de prática para o educando. Segundo: GALLO- (1994) “A organização curricular das disciplinas coloca-as como realidades estanques, sem interconexão alguma, dificultando para desenvolver a compreensão do conhecimento como um todo integrado, a construção de um cosmo visão abrangente que lhes permita uma percepção totalizante da realidade.”

Dentro do contexto, qual seria a função da Informática? Não seria de promover a interdisciplinaridade ou, até mesmo, a transdisciplinaridade na escola.


Metodologia:

O uso da Internet na Escola Estadual Dona Beti está delimitado, em sua maioria na pesquisa de informação. As pessoas esquecem que o grande potencial da Internet é a comunicação. Entretanto,dentro de nossa visão de processo, isso é admissível. Em um primeiro momento, usamos a Internet como ferramentas sua característica mais marcante que é o acesso à informação.
Após um processo de maturação, percebemos que a Internet é mais que isso: passamos a usá-la como uma rede comunicação. Passamos a participar de projetos e eventos colaborativos mundiais, a participar de Listas de Discussão no qual debatemos e trocamos experiências ela usá-la com ferramenta de expressão política e social.


Conclusão:

A Informática educacional como pode notar, deve fazer parte do projeto político pedagógico da escola, projeto esse que define todas as pretensões da escola em sua proposta educacional.

"A importância que assumem essas tecnologias no âmbito da Educação Especial já vem sendo destacada como a parte da educação que mais está e estará sendo afetada pelos avanços e aplicações que vêm ocorrendo nessa área para atender necessidades específicas, face ás limitações de pessoas no âmbito mental, físico - sensorial e motoras com repercussão nas dimensões sócio- afetivas." (Doc. do PROINESP, 2000).

No nosso trabalho educacional, portanto, utilizamos adaptações com a finalidade de possibilitar a interação, no computador, de alunos com diferentes níveis de comprometimento motor e/ou de comunicação e linguagem, em processos de ensino-aprendizagem.


Resumo:

Muito se têm discutido sobre a união os recursos tecnológicos e a educação, na formação dos alunos, devido à expansão dos computadores e de seu uso. No entanto, não adianta tornar disponível toda essa tecnologia sem liberar a criatividade do traço e o desenvolvimento do saber artístico, mostrando a transição do papel para a tela do computador.


Um comentário:

  1. Boa tarde professora Cristiane Meireles!
    Venho deixar meus parabéns pelo seu blog. Tudo perfeito, os projetos bem inspiradores, um blog de grande valia.
    Um abraço carinhoso,
    Ana Gardenha F. Dias

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